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									Fórum EJA Brasil Fórum - Posts Recentes				            </title>
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            <description>Fórum EJA Brasil Fórum de Discussão</description>
            <language>pt-BR</language>
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                        <title>RE: 01 - Atividade individual interativa</title>
                        <link>https://forumeja.org.br/community/modulo-3/01-atividade-individual-interativa/#post-72</link>
                        <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 04:34:36 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Um aspecto que me chamou a atenção foi perceber que, mesmo diante dos avanços conceituais e dos compromissos assumidos nas conferências internacionais, a EJA continuava enfrentando dificulda...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p>Um aspecto que me chamou a atenção foi perceber que, mesmo diante dos avanços conceituais e dos compromissos assumidos nas conferências internacionais, a EJA continuava enfrentando dificuldades relacionadas ao financiamento, à continuidade das políticas públicas e à garantia de acesso e permanência dos estudantes. A leitura também evidencia a importância dos Fóruns de EJA na construção coletiva e na defesa desse direito.<br /><br />O documento preparatório à VI CONFINTEA também reforça a necessidade de superar ações fragmentadas e assegurar políticas públicas permanentes.<br /><br />Diante desse percurso histórico, surge o seguinte questionamento: <strong>Se a EJA vem sendo reconhecida historicamente como um direito e não como uma política compensatória, por que ainda enfrentamos dificuldades para consolidá-la como uma política pública permanente, capaz de assegurar não apenas o acesso, mas também a permanência, a aprendizagem e a continuidade dos estudos dos jovens, adultos e idosos?<br /><br /><br /></strong>A leitura do Documento Nacional Preparatório à VI CONFINTEA (Brasil, 2009) despertou minha atenção para as condições de oferta da Educação de Jovens e Adultos, especialmente no que se refere ao acesso às bibliotecas escolares. O documento apresenta dados do Censo Escolar de 2006 que revelam uma realidade preocupante: <strong>apenas 27% das escolas com matrículas na EJA possuíam biblioteca</strong>, enquanto <strong>somente 12% ofereciam acesso a computadores aos estudantes</strong>. As desigualdades regionais também eram expressivas, com <strong>apenas 17% das escolas com EJA dispondo de biblioteca no Nordeste, em comparação com 78% na região Sul.</strong><br /><br />Como bibliotecário, considero esses dados particularmente significativos, pois a biblioteca não deve ser compreendida apenas como um espaço de armazenamento ou empréstimo de livros, mas como um ambiente de formação, mediação da leitura, acesso à informação, valorização dos saberes e participação cultural. Na EJA, esse espaço pode contribuir para ampliar as experiências educativas de jovens, adultos e idosos, respeitando suas trajetórias e fortalecendo sua autonomia na busca e na produção de conhecimentos.<br /><br />Embora os dados retratem a realidade de 2006, eles provocam uma reflexão sobre as condições necessárias para efetivar o direito à educação ao longo da vida.<strong><br /><br />Diante disso, apresento outro questionamento: Ao longo do percurso histórico da EJA, em que medida as políticas públicas têm reconhecido a biblioteca escolar como parte integrante do direito à educação, e não apenas como um recurso complementar, garantindo aos estudantes trabalhadores condições efetivas de acesso à leitura, à informação e à cultura?<br /><br /></strong><br /><strong>Rafael Barcelos, Coordenador CMV-FUP</strong></p>]]></content:encoded>
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                    </item>
				                    <item>
                        <title>RE: 02 - Educação de jovens e adultos trabalhadores: produção de conhecimentos em rede - Maria Emilia de Castro Rodrigues, Maria Margarida Machado (Organizadoras)</title>
                        <link>https://forumeja.org.br/community/modulo-3/02-educacao-de-jovens-e-adultos-trabalhadores-producao-de-conhecimentos-em-rede-maria-emilia-de-castro-rodrigues-maria-margarida-machado-organizadoras/#post-71</link>
                        <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 04:09:01 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Capítulo 5 — As potencialidades e os limites da pesquisa-ação para a produção de novos conhecimentosEscolhi o capítulo da profa. Maria Luiza por meu interesse em compreender como a pesquisa-...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Capítulo 5 — As potencialidades e os limites da pesquisa-ação para a produção de novos conhecimentos</strong><br /><br />Escolhi o capítulo da profa. Maria Luiza por meu interesse em compreender como a pesquisa-ação pode contribuir para a produção de conhecimentos na Educação de Jovens e Adultos, especialmente em uma perspectiva de educação popular comprometida com a classe trabalhadora. A leitura despertou minha atenção por apresentar não apenas os fundamentos históricos e teóricos dessa abordagem, mas também experiências concretas desenvolvidas com estudantes trabalhadores, professores e pesquisadores.<br /><br />Uma das descobertas mais significativas foi compreender o conceito de pesquisador coletivo, fundamentado em René Barbier. Antes da leitura, não havia dimensionado o quanto a participação dos sujeitos poderia alcançar diferentes etapas da investigação. Na pesquisa-ação, os participantes não precisam permanecer apenas na condição de pessoas pesquisadas, pois podem contribuir para identificar problemas, interpretar experiências, construir conhecimentos e propor ações para transformar a realidade.<br /><br />Outro aspecto que considero relevante é a escuta sensível, que exige reconhecer os sujeitos em suas trajetórias, experiências e diferentes formas de compreender o mundo. Também me chamou a atenção o conceito de autorização, entendido como a possibilidade de o sujeito tornar-se autor de si mesmo, desenvolvendo autonomia e capacidade de participação. Esses princípios nos fazem refletir sobre a importância de uma educação que não apenas reconheça os saberes dos estudantes da EJA, mas também lhes assegure espaços efetivos de expressão e decisão.<br /><br />Entretanto, a autora demonstra que a pesquisa-ação também apresenta limites. As relações hierárquicas, os silenciamentos, as dificuldades de conciliar trabalho, família e estudo, além das condições institucionais, podem comprometer a participação coletiva. Essa constatação foi especialmente importante para mim, pois evidencia que não basta defender metodologias participativas: é necessário criar condições concretas para que a participação aconteça.<br /><br />A leitura fortaleceu minha compreensão de que produzir conhecimentos com os sujeitos exige diálogo, rigor científico, compromisso ético e disposição para reconhecer diferentes perspectivas. Na EJA, essa reflexão se aproxima da defesa de uma escola pública popular construída não apenas para a classe trabalhadora, mas com ela. Assim, considero que uma das maiores contribuições do capítulo é nos provocar a pensar sobre quem participa da produção do conhecimento, quem toma as decisões e como os resultados podem contribuir para transformar a realidade vivida pelos próprios sujeitos.<br /><br /><strong>Rafael Barcelos, Coordenador CMV-FUP</strong></p>]]></content:encoded>
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                        <title>RE: 04 - Atividade de Campo</title>
                        <link>https://forumeja.org.br/community/modulo-3/04-atividade-de-campo/#post-70</link>
                        <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 02:34:18 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Reflexões e questionamentos a partir do 1º Esquenta do XIX ENEJAO diálogo entre Rita Gonçalves, Maria Margarida Machado e Mariana Rosa nos convida a refletir sobre a trajetória histórica da ...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Reflexões e questionamentos a partir do 1º Esquenta do XIX ENEJA</strong><br /><br />O diálogo entre Rita Gonçalves, Maria Margarida Machado e Mariana Rosa nos convida a refletir sobre a trajetória histórica da Educação de Jovens e Adultos (EJA), suas conquistas e os desafios para a efetivação do direito à educação. Uma das reflexões que mais chamam a atenção é a compreensão de que a legislação resulta de lutas e disputas sociais. Nesse sentido, a Resolução CNE/CEB nº 3/2025 representa uma conquista dos movimentos em defesa da EJA, especialmente dos Fóruns de EJA do Brasil, mas sua aprovação não encerra os desafios para a garantia desse direito.<br /><br />Entre os aspectos discutidos, destacam-se o resgate dos princípios históricos da EJA, o reconhecimento dos saberes construídos ao longo da vida, a diversidade dos estudantes, a inclusão das pessoas com deficiência, a visibilidade das pessoas idosas e a necessidade de assegurar condições reais de acesso e permanência. Também merece atenção a crítica à justificativa da baixa procura pela EJA, quando muitas vezes a população sequer tem conhecimento das vagas disponíveis. Isso nos leva a questionar a responsabilidade dos sistemas de ensino na identificação da demanda e na realização de chamadas públicas que alcancem efetivamente as comunidades.<br /><br />Outro ponto que provoca reflexão é a retomada da presencialidade no Ensino Fundamental e a limitação da oferta a distância no Ensino Médio. Embora essas mudanças busquem fortalecer a identidade político-pedagógica da EJA, permanece o desafio de garantir que os estudantes trabalhadores tenham condições de frequentar a escola, considerando suas jornadas de trabalho, os deslocamentos e as responsabilidades familiares.<br /><br />A defesa de uma escola pública popular, construída para a classe trabalhadora e com a classe trabalhadora, também nos faz pensar sobre a integração entre EJA e Educação Profissional e Tecnológica (EPT). Como assegurar que essa integração não se limite à preparação para o mercado de trabalho, mas contribua para uma formação humana integral? De que maneira a tecnociência solidária e a autogestão podem favorecer práticas educativas que valorizem os conhecimentos dos trabalhadores, a participação coletiva e a transformação de suas condições de vida?<br /><br />Diante dessas reflexões, compreendemos que o fortalecimento da EJA exige mais do que avanços normativos. É necessário transformar as conquistas legais em práticas educativas comprometidas com a diversidade, o diálogo e a participação dos estudantes. Nesse processo, os Fóruns de EJA e os espaços de preservação de suas memórias possuem um papel importante na continuidade das lutas pelo direito à educação pública, popular e socialmente referenciada.<br /><br /><strong>Rafael Barcelos Santos, coordenador CMV-FUP</strong></p>]]></content:encoded>
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				                    <item>
                        <title>RE: 04 - Atividade de Campo</title>
                        <link>https://forumeja.org.br/community/modulo-3/04-atividade-de-campo/#post-69</link>
                        <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 17:47:10 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Reflexão sobre o vídeo &quot;1° ESQUENTA do XIX ENEJA&quot; feita pelos participantes do CMV Ceilândia.
O vídeo é uma explanação de como está a EJA no Brasil a partir da Resolução CNE/CEB nº 3, de 8 ...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p>Reflexão sobre o vídeo "1° ESQUENTA do XIX ENEJA" feita pelos participantes do CMV Ceilândia.</p>
<p>O vídeo é uma explanação de como está a EJA no Brasil a partir da Resolução CNE/CEB nº 3, de 8 de abril de 2025, e que algumas formas de modalidade de ensino são questionáveis pelos usuários.</p>
<p>A questão da praticidade da EJA, pois lugares próximos das casas dos estudantes muitas vezes são fechadas por causa do governo, ou pela mudança dele. O que dificulta o acesso desses usuários, que compõem o grande número de pessoas não alfabetizadas, justamente por essa falta de acesso.</p>
<p>A questão da existência da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão <span class="iNqyIf" data-sfc-cp="" data-sfc-root="ep" data-epip="">(Secadi) </span>que tem disponibilizado políticas e estratégias para a continuação da EJA à comunidade que luta contra a sua extinção.</p>]]></content:encoded>
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                    </item>
				                    <item>
                        <title>RE: 03 - Os sentidos do trabalho e os conceitos essenciais da EPT: um guia para estudantes, professores e gestores - Marilene Veiga da Silva</title>
                        <link>https://forumeja.org.br/community/modulo-3/03-os-sentidos-do-trabalho-e-os-conceitos-essenciais-da-ept-um-guia-para-estudantes-professores-e-gestores-marilene-veiga-da-silva/#post-68</link>
                        <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:56:14 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Pergunta formulada a partir da página 9 do documento &quot;OS SENTIDOS DO TRABALHO E OS CONCEITOSESSENCIAIS DA EPT: UM GUIA PARA ESTUDANTES, PROFESSORES E GESTORES&quot; pelos participantes do CMV Cei...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p>Pergunta formulada a partir da página 9 do documento "OS SENTIDOS DO TRABALHO E OS CONCEITOS<br />ESSENCIAIS DA EPT: UM GUIA PARA ESTUDANTES, PROFESSORES E GESTORES" pelos participantes do CMV Ceilândia.</p>
<p>Na página 9 o guia define trabalho como a atividade humana que transforma a realidade.</p>
<p>Pensando nos estudantes que estão se alfabetizando da EJA, o próprio esforço de aprender a ler e escrever na idade adulta é um trabalho fundamental que transforma a vida deles e da sociedade.</p>
<p>Diante disso, como vocês acham que nós, por meio do Centro de Memória Viva (CMV), podemos resgatar, registrar e valorizar as memórias e as histórias de vida desses alunos da EJA?</p>]]></content:encoded>
						                            <category domain="https://forumeja.org.br/community/"></category>                        <dc:creator>Ana Gabriela Rosa da Silva</dc:creator>
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                    </item>
				                    <item>
                        <title>RE: 02 - Educação de jovens e adultos trabalhadores: produção de conhecimentos em rede - Maria Emilia de Castro Rodrigues, Maria Margarida Machado (Organizadoras)</title>
                        <link>https://forumeja.org.br/community/modulo-3/02-educacao-de-jovens-e-adultos-trabalhadores-producao-de-conhecimentos-em-rede-maria-emilia-de-castro-rodrigues-maria-margarida-machado-organizadoras/#post-67</link>
                        <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:35:49 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Capítulo 4 &quot;O POTENCIAL DA PESQUISA NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA&quot; do livro &quot;Obeduc 2018&quot;  com a conclusão feita pelos participantes do CMV Ceilândia.
Escolhemo...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p>Capítulo 4 "O POTENCIAL DA PESQUISA NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA" do livro "Obeduc 2018"  com a conclusão feita pelos participantes do CMV Ceilândia.</p>
<p>Escolhemos este capítulo pois trata de uma questão central: quem forma o professor que atua com jovens e adultos trabalhadores e como essa formação acontece. <span style="font-weight: 400">Ele analisa uma experiência concreta, a de professores da educação básica que participaram como bolsistas e pesquisadores da rede Obeduc/Capes em Goiânia e Vitória, entre 2013 e 2017.</span></p>
<p>Uma descoberta significativa foi que a EJA praticamente não existe na formação inicial.<span style="font-weight: 400"> As autoras mostram que, no Espírito Santo, a única universidade pública oferece uma disciplina em Pedagogia e duas na Licenciatura em Educação do Campo. Em Goiás, a UFG oferece apenas optativas. Isso acontece mesmo com a Resolução CNE 02/2015 determinando que a formação contemple todas as modalidades da educação básica. Ou seja, a lacuna não é só histórica, é atual e normativamente contraditória. O Obeduc acabou funcionando como espaço de formação que as licenciaturas não oferecem.</span></p>
<p>Pesquisamos também que na Universidade de Brasília no curso de Pedagogia, Faculdade de Educação - FE, oferece componentes curriculares e monitorias voltadas á EJA. A principal disciplina ofertada voltada para a área da EJA é Educação de Jovens, Adultos e Idosos com 60 horas, ofertada pelo Departamento de Métodos e Técnicas (MTC). Além da disciplina teórica, a modalidade também é abordada de forma prática no estágio obrigatório, disciplina "Estágio supervisionado II: Anos iniciais (crianças ou adultos/EJAI)" com 120 horas, que permite vivência direta na educação de jovens, adultos e idosos. Entre outros cursos como Educação do campo na Faculdade de Planaltina - FUP/Licenciaturas em Matemática, Ciências da Natureza e Linguagens.</p>
<p>Também percebemos que a pesquisa funciona como princípio formativo, não apenas como tarefa acadêmica externa. Os depoimentos mostram professores que passaram a se ver de outro modo. Um deles chamou a participação de "divisor de águas". Outro destacou o valor de buscar leituras para resolver problemas reais da sala de aula. Houve também efeitos concretos: em Goiás, 5 professores ingressaram no doutorado e 4 no mestrado; no Espírito Santo, foram 3 no mestrado e 3 no doutorado.<span style="font-weight: 400"><br /></span></p>
<p>A leitura nos fez perceber que o professor está sempre aprendendo e que sua formação não acontece somente por meio de cursos. As experiências do dia a dia, a pesquisa, o diálogo com outros professores e a reflexão sobre o próprio trabalho também são muito importantes.</p>]]></content:encoded>
						                            <category domain="https://forumeja.org.br/community/"></category>                        <dc:creator>Ana Gabriela Rosa da Silva</dc:creator>
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                    </item>
				                    <item>
                        <title>RE: História de vida</title>
                        <link>https://forumeja.org.br/community/modulo-1/historia-de-vida/#post-66</link>
                        <pubDate>Wed, 07 Oct 2026 17:49:06 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Olá, abaixo minha história de vida.
&nbsp;Minha-Historia-de-Vida-Tais-de-souza.pdf]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p>Olá, abaixo minha história de vida.</p>
<div id="wpfa-662706" class="wpforo-attached-file"><a class="wpforo-default-attachment" href="//forumeja.org.br/wp-content/uploads/wpforo/default_attachments/1791395347-Minha-Historia-de-Vida-Tais-de-souza.pdf" target="_blank" title="Minha-Historia-de-Vida-Tais-de-souza.pdf"><i class="fas fa-paperclip"></i>&nbsp;Minha-Historia-de-Vida-Tais-de-souza.pdf</a></div>]]></content:encoded>
						                            <category domain="https://forumeja.org.br/community/"></category>                        <dc:creator>tais</dc:creator>
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                    </item>
				                    <item>
                        <title>RE: 03 - Paulo Bertran</title>
                        <link>https://forumeja.org.br/community/modulo-2/03-paulo-bertran-2/#post-65</link>
                        <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 15:08:13 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Encaminho as contribuições do CMV Paranoá sobre as reflexões do texto de Paulo Bertran.
&nbsp;Atividade-de-campo-Paulo-Bertran-CMV-Paranoa.pdf]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p>Encaminho as contribuições do CMV Paranoá sobre as reflexões do texto de Paulo Bertran.</p>
<div id="wpfa-658031" class="wpforo-attached-file"><a class="wpforo-default-attachment" href="//forumeja.org.br/wp-content/uploads/wpforo/default_attachments/1790780894-Atividade-de-campo-Paulo-Bertran-CMV-Paranoa.pdf" target="_blank" title="Atividade-de-campo-Paulo-Bertran-CMV-Paranoa.pdf"><i class="fas fa-paperclip"></i>&nbsp;Atividade-de-campo-Paulo-Bertran-CMV-Paranoa.pdf</a></div>]]></content:encoded>
						                            <category domain="https://forumeja.org.br/community/"></category>                        <dc:creator>Geovana Ramos</dc:creator>
                        <guid isPermaLink="true">https://forumeja.org.br/community/modulo-2/03-paulo-bertran-2/#post-65</guid>
                    </item>
				                    <item>
                        <title>RE: 01 - Atividade individual interativa</title>
                        <link>https://forumeja.org.br/community/modulo-3/01-atividade-individual-interativa/#post-64</link>
                        <pubDate>Wed, 16 Sep 2026 14:01:56 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[A EJA foi fundamental para diminuir o analfabetismo no Brasil. Sem ela, os trabalhadores da área rural e urbana,  jamais teriam a chance de estudar. A verdade é que as pessoas têm muita vont...]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[<p><br />A EJA foi fundamental para diminuir o analfabetismo no Brasil. Sem ela, os trabalhadores da área rural e urbana,  jamais teriam a chance de estudar. A verdade é que as pessoas têm muita vontade de aprender; o que falta mesmo é o acesso.</p>
<p>O material anexado já mostrava na década de 1990 que a modalidade sofria com a falta de verbas carimbadas e com a descontinuidade política. Infelizmente, essa precarização continua até hoje. Em muitos locais do Brasil, a EJA ainda funciona de forma provisória, dependendo de emendas políticas, quando o correto seria um investimento real e um fundo próprio focado exatamente na modalidade.</p>
<p>Diante disso, deixo meu questionamento para o grupo:<br />Sabendo que a obra já provava que a solução para a EJA dependia de fundos públicos permanentes, por que a modalidade ainda continua funcionando de forma tão secundária e dependente de emendas políticas no Brasil de hoje?<br /><br /></p>
<p><span> Conclusão feita pelos participantes do CMV Ceilândia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></content:encoded>
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                        <title>RE: História de vida</title>
                        <link>https://forumeja.org.br/community/modulo-1/historia-de-vida/#post-63</link>
                        <pubDate>Tue, 15 Sep 2026 01:35:39 +0000</pubDate>
                        <description><![CDATA[Minha historia
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                        <content:encoded><![CDATA[<p>Minha historia</p>
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