Cidades do DF

Distrito Federal - Dados Gerais

Escolas que ofertam EJA no Distrito Federal

2012

  •  Clique aqui e veja as escolas do Distrito Federal que oferecem EJA

2013

Clique aqui e confira as escolas que ofertaram EJA em 2013

2014

Clique aqui e veja as escola que ofertam EJA em 2014

2006

Relação de escolas que oferecem EJA no Distrito Federal (por região de ensino) - 2006 - 1º semestre 

Alunos matriculados em EJA
- 2006 - 2º semestre

Quantitativo de alunos em EJA - 1º e 2º segmento, 2006 - 2º semestre

Número de livros recebidos (por alunos) - 1º e 2º segmento, 2006 - 2º semestre

Relação das escolas de EJA no DF - 2º semestre - 2009


Fonte: GDF / SEE / SUBSEP / DEJA

Censo Escolar

Censo 2000 a 2006 Versão em excel.

Censo 2000 a 2006 Versão em pdf.

Censo 2012 pdf.

Censo 2012 taxa de evasão e rendimento pdf.

Censo 2013 1º  sem pdf.

Censo 2013 2º sem pdf.

Rendimento e taxa de evasão de 2013 pdf.

 

Clique aqui para mais dados sobre a EJA no DF!

Codeplan - PDAD/DF (Dados socioeconômicos)

História da Terra e do Homem do Planalto Central

Clique aqui e baixe a versão do livro completo em pdf

 

Perfil do Eleitorado

2002

2007

2008

2009

2010

Dados Eleitorais - 2002

.

Deputados Distritais

Deputados Federais

Governadores

Senadores

Estatística do Eleitorado - junho de 2006

Clique aqui e veja a Estatística do eleitorado referente ao mês de Junho de 2006.

A EJA nas Regiões Administrativas do Distrito Federal - RA's

Águas Claras

Brasília

Em 1823, José Bonifácio apresenta o projeto para mudança da capital e sugere o nome de "Brasília" para a nova cidade. Já em 1892, foi nomeada a Comissão Exploradora do Planalto Central, a Missão Cruls, que dois anos depois demarca uma área de 14.400 km² que é considerada adequada para a futura capital. Em 1955, num comício na cidade de Jataí, interior de Goiás, o então candidato à presidência da República Juscelino Kubitschek, respondendo à pergunta de um eleitor, faz a promessa de que, se eleito, transferirá a capital para o Planalto Central.

Em 1956, o sonho de Dom Bosco tornou-se realidade.  JK, já eleito Presidente da República, encaminha ao Congresso a Mensagem de Anápolis, propondo o nome de Brasília para a nova capital e a criação da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital). As obras começaram em 1956 tendo sido concluídas no mesmo ano o aeroporto, o Palácio da Alvorada e a Ermida Dom Bosco, que em homenagem a Dom Bosco se localiza exatamente no paralelo 15º. As pessoas que vieram trabalhar na construção de Brasília ficaram conhecidas como "candangos".

Porém, somente em 1957, iniciaram-se as obras do Plano Piloto seguindo o projeto de Lúcio Costa. No dia 21 de abril de 1960, Brasília foi inaugurada e em 1987 a cidade foi tombada pela UNESCO e registrada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade.

Devido a mistura de cultura não só dos candangos, mas dos primeiros moradores da nova capital Federal originários de diversos estados do Brasil como Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e da região nordeste Brasília se tornou multicultural. Por esta diversidade de cores, falas, paladares, culturas a cidade adotou um pouco das características de cada região do país.

O Distrito Federal é dividido por Regiões Administrativas, as RAs. Brasília faz parte da RA I e é formada pela Asa Norte e Asa Sul, Setor Militar Urbano, Setor de Garagens e Oficinas, Setor de Embaixadas Norte e Sul, Setor de Indústrias Gráficas, Área de Camping, Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios, Vila Planalto, Granja do Torto, Vila Telebrasília, Setor de Clubes Norte e Sul e Setor de Áreas Isoladas Norte. As Cidades-satélites, atualmente chamadas de Regiões Administrativas do Distrito Federal, não fazem parte de Brasília.

Fontes: Acervo da NOVACAP 

Arquivo Público do Distrito Federal

 

Vila Telebrasília:

A criação do acampamento da Vila Telebrasília aconteceu logo no início dos primeiros trabalhos para a construção de Brasília nos anos de 1956 e 1957. O local atual da Vila Telebrasília foi onde originalmente se instalou o acampamento da construtora Camargo Corrêa, empresa responsável pela execução de obras de terraplanagem e pavimentação de ruas e avenidas da nova Capital Federal.

Em 1963, após a inauguração de Brasília, a empreiteira desativou seus serviços e a área passou a pertencer ao Departamento Telefônico Urbano e Interurbano (DTUI) que foi a empresa responsável pela prestação de serviços telefônicos. A origem do nome “Acampamento Telebrasília” veio em função de transferências DTUI para COTELB (Companhia Telefônica de Brasília) que, posteriormente passou a pertencer à empresa de telefonia denominada Telebrasília.

Após a desativação do acampamento, a população passou a conviver com constantes pressões por parte do governo para que desocupassem a Vila. No final da década de 1970, os moradores decidiram se unir não só em busca do direito de permanência, mas também para preservar a memória histórica da comunidade.

Esse impasse fez da Vila Telebrasília uma região alvo para ações do poder político. Na tentativa de desgastar a persistência dos moradores, por muitos anos a Vila permaneceu praticamente sem infraestrutura urbana. Porém, no final de 2008 foram concedidos aos moradores os títulos de propriedade e no início de 2009, os moradores já tinham as escrituras de seus terrenos e a as redes de infraestrutura.   

< http://www.brasilia.df.gov.br/  > Acesso em 10/03/2014

<http://www.sedhab.df.gov.br/arquivos/PPCUB/purp_ap7/ap7_up3_vila_telebraslia.pdf>  Acesso em 10/03/2014

LACERDA, Hiatiane Cunha de. O desenho da percepção afetiva: o caso da Vila Telebrasília ‐ DF. 2011. 205 f. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo)-Universidade de Brasília, Brasília, 2011.

Dados Eleitorais

14ª Zona Eleitoral

Deputados Distritais eleitos - 2006

NOME  PARTIDOS TOTAL GERAL DE VOTOS BRASÍLIA

VOTOS/CLASSIFICAÇÃO

PAULO TADEU VALE DA SILVA PT 28.505  1936/4°
BENEDITO AUGUSTO DOMINGOS PPS 12.955  603/30°
RUBENS CÉSAR BRUNELLI JÚNIOR PFL 23.734  453/45°
MILTON BARBOSA RODRIGUES PSDB 24.478 1238/16°
FRANCISCO LEITE DE OLIVEIRA PT 23.109 3616/3°
CHRISTIANNO NOGUEIRA ARAÚJO PTB 26.266 556/35°
CHARLES ROBERTO DE LIMA PTB 11.591 338/55°
AGUINALDO SILVA DE OLIVEIRA PL 23.262  1026/23°
RÔNEY TANIOS NEMER PMDB 22.966 1257/15º
SIDNEY DA SILVA PATRICIO PT 18.889 369/53°
ERIKA JUCÁ KOKAY PT 22.916  3746/2°
ELIANA MARIA PASSOS PEDROSA PFL 22.664 1678/7°
JAQUELINE MARIA RORIZ PSDB 24.129 1458/11°
LEONARDO MOREIRA PRUDENTE PFL 18.624  1548/10°
BENÍCIO TAVARES DA CUNHA MELLO PMDB 15.367 304/62°
PEDRO PASSOS JÚNIOR PMDB 20.431  759/25°
ALÍRIO DE OLIVEIRA NETO PPS 13.055 1058/21°
 JOSÉ ANTÔNIO MACHADO REGUFFE PDT 25.805 10846/1°
JOSE MATILDES BATISTA PRP 6.890 137/123°
RAIMUNDO DA SILVA RIBEIRO NETO PSL 8.303  1215/17°
AYLTON GOMES MARTINS PMN 8.448  112/144°
WILSON FERREIRA DE LIMA PRONA 8.983  198/89°
ROGÉRIO ULYSSES TELLES DE MELLO PSB 14.932 1056/22°
PAULO RORIZ PFL 11.409 458/44°

Fonte: TRE/2006

Deputados Distritais Eleitos - 2002

NOME PARTIDOS TOTAL GERAL Lago Norte
      DE VOTOS Votos/Classificação
1 Arlete Sampaio PT 35.466 1.062     -      
2 Benício Tavares PTB 26.252 104      -       35º
3 Eurides Brito PMDB 24.065 302     -          
4 Zé Edimar PMDB 23.643 301           -      
5 Paulo Tadeu PT 21.320 225       -         16º
6 Augusto Carvalho PPS 17.868 1.059    -        
7 Gim Argelo PMDB 17.868 79        -         45º
8 Chico Vigilante PT 17.592 268      -        11º
9 Rôney Nemer PSD 15.433 25      -          104
10 Izalci PFL 14.958 115     -           31º
11 Erika Kokay PT 14.610 295       -        
12 Leonardo Prudente PMDB 13.459 235      -         14º
15 Chico Floresta PT 12.689 262      -       12º
16 Vigão PPB 12.085 132       -       28º
17 Anilceia Machado PSDB 11.927 89       -       40º
18 Eliana Pedrosa PL 11.817 98       -         36º
19 Odilon Aires PMDB 11.495 132       -        27º
21 Cauhy PFL 10.930 215         -     19º
25 Pedro Passos PSD 10.590 221      -         18º
27 Chico Leite PCdoB 10.558 404      -         
33 Xavier PSD 7.804 33      -          89º
34 Junior Brunelli PPB 7.665 20        -        116º
40 Fábio Barcellos PL 7.179 81       -         42º
48 Peniel Pacheco PSB 6.114 78        -         47º

Fonte: TSE/2002

Deputados Federais Eleitos - 2002

Nº. Nome Partido nº de votos Lago Sul
      nº de votos / Classificação
1 Arruda PFL 324.248 2.464/2º
2 Filippelli PMDB 166.958 2.311/3º
3 Maninha PT 98.049 1.434/5º
4 Agnelo Queiroz PCB 95.879 2.254/4º
5 Sigmaringa Seixas PT 78.580 4.143/1º
6 Pastor Jorge PMDB 41.288 295/8º
7 Tático PSD 29.997 80/22º
8 Fraga PMDB 27.939 235/10º

Nº. Nome Partido nº de votos Lago Norte
      nº de votos / Classificação
1 Arruda PFL 324.248 2.482/2º
2 Filippelli PMDB 166.958 2.170/3º
3 Maninha PT 98.049 1.378/6º
4 Agnelo Queiroz PCB 95.879 1.920/4º
5 Sigmaringa Seixas PT 78.580 2.639/1º
6 Pastor Jorge PMDB 41.288 290/9º
7 Tático PSD 29.997 133/13º
8 Fraga PMDB 27.939 297/7º

Nº. Nome Partido nº de votos Plano Piloto
      nº de votos / Classificação
1 Arruda PFL 324.248 22.565/3º
2 Filippelli PMDB 166.958 13.685/5º
3 Maninha PT 98.049 15.880/4º
4 Agnelo Queiroz PCB 95.879 24.243/2º
5 Sigmaringa Seixas PT 78.580 26.784/1º
6 Pastor Jorge PMDB 41.288 2.959/8º
7 Tático PSD 29.997 657/10º
8 Fraga PMDB 27.939 2.540/9º

Fonte: TSE/2000

Deputados Federais Eleitos - 2006

NOME

PARTIDO

N° DE VOTOS

BRASÍLIA
N° VOTOS/CLASSIFICAÇÃO

Tadeu Filippelli

PMDB

129.771

5561/7°

Alberto Fraga

PFL

95.514

5782/5°

Geraldo Magela

PT

87.649

3394/10°

Jofran Frejat

PTB

69.450

5745/6°

Augusto Carvalho      PPS        79.235                 14492/1°

Robson Rodovalho

PFL

68.378

3127/12°

Laerte Bessa

PMDB

61.850

3855/9°

Rodrigo Rollemberg

PSB

55.917

7643/2°

                                                            Fonte: TRE/2006

Segmentos


Entidade  

 


Responsável


Contato      

Telefone


Movimento
Popular

 

 

 e-mail


Sindicatos


SINPRO/DF – Sindicato dos Professores do DF

– Sindicato dos Professores do DF


Nelson Moreira Sobrinho


(61)32185600


nelson@sinprodf.org.br


Raimundo Nonato N. de Menezes


(61)32185630


lonato@hotmail.com


SAE/DF – Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar do DF

– Sindicato d os Auxiliares de
Administração Escolar do DF

 

 

www.saedf.org.br


ADUnB – seção sindical do ANDES

– Seção sindical do ANDES

 

(61)33227561

www.andes.org.br


SINDSEP – Sindicato dos Servidores Públicos Federais

– Sindicato dos Servidores Públicos Federais

61)32121900 

www.sindsep-df.com.br

 


CUT

Roberto Miguel

(61)32259374

(61)32259450

robertomiguel@cutdf.org.br

www.cutdf.org.br

 


Eletricitários

 

 

 


Bancários

 

 

 


Jornalistas

 

 

 


Radialistas

 

 

 


Processamento de Dados

 

 

 


MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

- Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

 

 

www.mst.org.br/mst/index.html

semterra@mst.org.br


Movimento Estudantil

Grêmios

 

 

 

EXTRAMUROS

 

 

 

Centros Acadêmicos - DCE

 

(61)33072322

www.dce.unb.br

 

ONG´s 


Instituto Agostín Castejón


Hernandes João de Sousa


(61)33267022


agostin@castejon.org.br

Caritas Brasil

 

(61)33257473

(61)32260701

caritas@caritasbrasileira.org

www.caritasbrasileira.org

Associação Programa Alfabetização Solidária

 

 

 

Universidade

Universidade de Brasília - UnB


Maria Luiza P. Angelim


(61)33072136


langelim@unb.br


Renato Hilário dos Reis

 

 

Instituição de Ensino Superior Privada

Universidade Católica de Brasília - UCB
IESB

 Prof Itamar Santos

(61)33569227

(61)3448-9800

www.ucb.br

iesb@iesb.br/www.iesb.br


Empresas


Petrobrás

 

 

 www.petrobras.com.br

Sistema  "S"

SESI-COALFA

 

(61)33626166 

 www.df.sesi.br

www.sesi.org.br

Clube de Serviços


Rotary Clube

 

(61)32263770 

jose.nasser@serpro.gov.br 

http://br.geocites.com/rcbrasilia/index.html

 

Fundações

 

 

 

 

Banco do Brasil
PROJETO ALFA / Parceria BB/EDUCAR 

 

 

 telmarosa@brturbo.com

www.bb.com.br

BRADESCO

 

(61)34712219

ceilandia@fundacaobradesco.org.br

www.fb.org.br

 

FUNAP-Fundação de Apoio aos Presidiários

 Jeferson Bernard

(61)32338523

funapdf@bol.com.br

Dados Demográficos

População total e taxa média geométrica de crescimento anual.

 ANO

População

2000

Urbana

Rural

Total

198.422

-

198.422

FONTES - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE . Censo Demográfico – 2000.

 

Situação de Moradia

Distribuição das Famílias, segundo a Condição de Ocupação da Residência.

CONDIÇÃO DE MORADIA

PERCENTUAL

Própria

52.49

Própria em aquisição

6,13

Alugada

14,70

Cedida

5,81

Funcional Pública

19,05

Funcional Particular

1,19

Concessão de uso

0,40

Outros

0,23

Total

100,00


 

Distribuição das Famílias, segundo o Tipo de Residência.

TIPO DE RESIDÊNCIA

PERCENTUAL

Apartamento

75,17

Casa de Alvenaria

22,74

Casa de Madeira

0,94

Barraco

0,00

Prédio Com/Ind/Residencial

1,15

Total

100,00


Distribuição das Famílias, segundo a Área da Residência.

ÁREA

PERCENTUAL

Até 40 m2

3,32

De 41 a 60 m2

6,42

De 61 a 90 m2

17,99

De 91 a 120 m2

25,38

De 121 a 150 m2

21,00

De 151 a 220 m2

17,25

De 221 a 300 m2

6,61

De 301 a 400 m2

1,58

De 401 a 600 m2

0,45

Acima de 600 m2

0,00

Total

100,00

FONTE: CODEPLAN/Pesquisa de Informações Sócio-Econômicas das Famílias do Distrito Federal - PISEF/97.

Habitação


Número médio de domicílios no endereço e de famílias no domicílio.

NÚMERO MÉDIO DE DOMICÍLIOS

NO ENDEREÇO

NÚMERO MÉDIO DE FAMÍLIAS

NO DOMICÍLIO

1,01

1,01


 

Distribuição das famílias por condição de ocupação da residência.

CONDIÇÕES DE OCUPAÇÃO DA RESIDÊNCIA (%)

Total

Própria

Própria em

aquisição

Alugada

Cedida

100,00

52,49

6,13

147,70

5,81

CONDIÇÕES DE OCUPAÇÃO DA RESIDÊNCIA (%)

Funcional pública

Funcional particular

Concessão de uso

Outros

100,00

75,17

22,74

0,94


 

Distribuição das famílias, por tipo de residência.

TIPO DE RESIDÊNCIA (%)

Total

Apartamento

Casa de

alvenaria

Casa de

madeira

Barraco

Prédio (1)

100,00

75,17

22,74

0,94

---

1,15

FONTE - Companhia do Desenvolvimento do Planalto central - CODEPLAN Diretoria Técnica -  Perfil Sócio-Econômico das Famílias.1997.

Obs:(- - -)o dado é desconhecido podendo o fenômeno existir ou não

 

  Oferta de Habitações do Instituto de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal

 

Distribuição de lotes semi-urbanizados através do Programa de Assentamento de População de Baixa Renda.

1995

1996

1997

1998

1999

2000

112

68

17

14

2

3

FONTE - Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação Subsecretaria de Promoção à Moradia Diretoria de Operação Imobiliária – DIROI.1995/2000.

 

Condição de Trabalho

População em Idade Ativa - Distribuição dos membros das famílias na ocupação principal, por setores de atividade.

 

Ano

OCUPAÇÃO PRINCIPAL (%)

Total

Agropecuária

Construção

civil

Indústria de

transformação

Administração

Federal

1997

100,00

1,37

1,15

1,21

41,27

OCUPAÇÃO PRINCIPAL (%)

 

Administração GDF

 

Comércio

Estabelecimento

bancário

Estabelecimento

Ensino particular

13,85

8,01

6,18

2,84

 

 

Ano

OCUPAÇÃO PRINCIPAL (%)

Estabelecimento de saúde

particular

 

Transporte

 

Profissão

liberal

 

Serviço

autônomo

 

Serviço

doméstico

 

Outros

Serviços

1997

1,34

0,55

4,12

5,50

1,42

11,19

FONTE - Companhia de Desenvolvimento do Planalto Central - CODEPLAN Diretoria Técnica - Perfil Sócio Econômico das Famílias do Distrito Federal.1997.

Grau de Instrução

GRAU DE INSTRUÇÃO DA POPULAÇÃO

 

Grau de Instrução dos Membros da Família, segundo os Níveis de Escolaridade.

NÍVEIS

PERCENTUAL

Analfabeto

0,90

Sabe ler e escrever

0,82

Pré-escola

3,20

1º grau incompleto

23,01

1º grau completo

5,03

2º grau incompleto

9,36

2º grau completo

17,59

Superior incompleto

9,13

Superior completo

24,13

Pós-graduação

2,24

Menores de 7 anos s/ escola

4,59

Total

100,00

FONTE: CODEPLAN/Pesquisa de Informações Sócio-Econômicas das Famílias do Distrito Federal PISEF/DF – 1997.

Renda da População

Renda bruta média mensal familiar e “per capita”.

RENDA FAMILIAR

RENDA ‘’ PER CAPITA ’’

 

Ano

 

Em reais

Em salários

mínimos

 

Em reais

Em salários

Mínimos

1997

3.643,02

32,53

968,89

8,65

2000

3.553,31

23,53

1.140,09

7,55

FONTE - Companhia de Desenvolvimento do Planalto Central - CODEPLAN Diretoria Técnica - Perfil Sócio Econômico das Famílias do Distrito Federal.1997.

Distância entre Brasília e as outras Regiões Administrativas

Distância de Brasília  com as demais Regiões Administrativas

REGIÕES ADMINISTRATIVAS

DISTÂNCIAS EM KM

I – Brasília

---

II – Gama

30

III - Taguatinga

21

IV – Brazlândia

45

V – Sobradinho

22

VI – Planaltina

38

VII – Paranoá

25

VIII - Núcleo Bandeirante

13

IX – Ceilândia

26

X – Guará

11

XI - Cruzeiro

07

XII - Samambaia

25

XIII - Santa Maria

26

XIV – São Sebastião

26

XV - Recanto das Emas

26

XVI – Lago Sul

08

XVII - Riacho Fundo

18

XVIII - Lago Norte

08

XIX - Candangolândia

11

Fonte: CODEPLAN/Mapa da Região Integrada de Desenvolvimento/99

Asa Norte

Vista Panorâmica da Asa Norte

A Asa Norte faz parte da 1º Região Administrativa do DF, é cortada pelo Eixo Rodoviário Norte, uma via expressa de seis faixas. Possui um vasto comércio entrequadras e três shoppings centers, dois localizado no início da W3 Norte e outro no final, e várias instituições de Ensino, destaque para a UNB e para a Escola Superior de Ciências da Saúde da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde do Distrito Federal (ESCS) ambas voltadas para o Ensino Superior. Destaque também para o Parque Olhos D'água ponto de preservação do cerrado local.

1º Semestre de 2006

2º Semestre de 2006

1º Semestre de 2007

2º Semestre de 2007

1º Semestre de 2008

2º Semestre de 2008

1º Semestre de 2009

1º Semestre de 2010

 


 

Asa Sul

1º Semestre 2006

1º Semestre 2007

2º Semestre 2007

1º Semestre 2008

2º Semestre 2008

2º Semestre 2009

2º Semestre 2010

Projeto Alfa - BB Educar

Conheça melhor este Projeto clicando no link abaixo.

http://home.yawl.com.br/hp/volcandangos/alfabetizacao/default.html

 

Núcleos de realização das aulas

 

SGAS 608 - Av. L2 SUL

EQS 108

Setor de Clubes Sul na AABB (Associação Atlética Banco do Brasil)

Setor de Clubes Sul no IATE CLUBE

Setor de Clubes Sul na ASBAC

 

 

 

OBS: Em breve disponibilizaremos os locais exatos das reuniões e seus respectivos horários.

Dados Ambientais

Parque Nacional de Brasília, fonte: www.aprendebrasil.com.br

CLIMA

O clima predominante é o tropical, caracterizado por um inverno seco e frio e um verão úmido e quente. Chega a ter uma temperatura média anual de 21 graus, onde são mais elevadas no mês de outubro. Durante o inverno chega a 18 graus.

RELEVO

Localizado no domínio dos Planaltos, precisamente na subdivisão das chapadas do Distrito Federal. Usando uma caracterização geomorfológica é possível observar 3 unidades: Chapada da Contagem, Depressão do Paranoá e Encosta da Contagem.

VEGETAÇÃO

Vegetação predominante do ecossistema Cerrado, em sua maioria o Senso Stricto, caracterizado pela enorme diversidade florística tanto no estrato arbóreo quanto no rasteiro. São observadas outras formações como as Matas de Galeria Pantanosa e não Pantanosa, Brejos, Veredas e Campo Úmido, Campo Rupestre e Campo de Murundus.

FAUNA

Apresenta uma riqueza de habitat, assim ocasionando uma abundante diversidade de Fauna. É importante na condição de corredor ecológico para as espécies da região. Apresenta em sua maioria invertebrados. Ainda possui espécies ameaçadas de extinção, como: onça pintada, suçuarana, capivara, lobo guará... etc.

Fonte: www.2ibama.gov.br/unidades/parque/reuc/72.htm

Escolaridade

Brasília possui a menor taxa de analfabetismo do país e o maior índice de jovens na escola. 

 

 

 

 

 

Grau de Instrução da População:

 

 

 

 

 

 

 

 

Grau de Instrução dos Membros da Família, segundo os Níveis de Escolaridade.

 

 

NÍVEIS

 

 

PERCENTUAL

 

 

Analfabeto

 

 

0,90

 

 

Sabe ler e escrever

 

 

0,82

 

 

Pré-escola

 

 

3,20

 

 

1º grau incompleto

 

 

23,01

 

 

1º grau completo

 

 

5,03

 

 

2º grau incompleto

 

 

9,36

 

 

2º grau completo

 

 

17,59

 

 

Superior incompleto

 

 

9,13

 

 

Superior completo

 

 

24,13

 

 

Pós-graduação

 

 

2,24

 

 

Menores de 7 anos s/ escola

 

 

4,59

 

 

Total

 

 

100,00

 

 

FONTE: CODEPLAN/Pesquisa de Informações Sócio-Econômicas das Famílias do Distrito Federal PISEF/DF – 1997.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Números de escolas na Asa Norte e na Asa Sul:

 

 

Escolas Classe

 

 

DISCRIMINAÇÃO

 

 

ENDEREÇO

 

 

Escola Classe do Regimento de Cavalaria de Guarda (Rcg)

 

 

Área Especial RCG – SMC

 

 

Escola Classe 102 Norte

 

 

SQN 102 - A. Especial

 

 

Escola Classe 102 Sul

 

 

SQS 102  - A.  Especial

 

 

Escola Classe 106 Norte

 

 

SQN 106 - A.  Especial

 

 

Escola Classe 108 Sul

 

 

SQS 108 - A. Especial

 

 

Escola Classe 111 Sul

 

 

SQS 111 – A. Especial

 

 

Escola Classe 113 Norte

 

 

SQN 113 - A.  Especial

 

 

Escola Classe 114 Sul

 

 

SQS 114 – A. Especial

 

 

Escola Classe 115 Norte

 

 

SQN 115 – A. Especial

 

 

Escola Classe 204 Sul

 

 

SQS 104 – A. Especial

 

 

Escola Classe 206 Sul

 

 

SQS 106 – A. Especial

 

 

Escola Classe 209 Sul

 

 

SQS 209 – A. Especial

 

 

Escola Classe 214 Sul

 

 

SQS 214 – A. Especial

 

 

Escola Classe 302 Norte

 

 

SQN 302 – A. Especial

 

 

Escola Classe 304 Norte

 

 

SQN 304 – A Especial

 

 

Escola Classe 304 Sul

 

 

SQS 304 – A.  Especial

 

 

Escola Classe 305 Sul

 

 

SQS 305 – A.  Especial

 

 

Escola Classe 306 Norte

 

 

SQN 306 – A.  Especial

 

 

Escola Classe 308 Sul

 

 

SQS 308 – A.  Especial

 

 

Escola Classe 312 Norte

 

 

SQN 312 – A.  Especial

 

 

Escola Classe 314 Sul

 

 

SQS 314 – A. Especial

 

 

Escola Classe 315 Sul

 

 

SQS 315 – A.  Especial

 

 

Escola Classe 316 Norte

 

 

SQN 315 – A.  Especial

 

 

Escola Classe 316 Sul

 

 

SQS 316 – A.  Especial

 

 

Escola Classe 403 Norte

 

 

SQN 403 – A.  Especial

 

 

Escola Classe 405 Norte

 

 

SQN 405 – A.  Especial

 

 

Escola Classe 405 Sul

 

 

SQS 405 – A.  Especial

 

 

Escola Classe 407 Norte

 

 

SQN 407/408 – A. Especial

 

 

Escola Classe 409 Norte

 

 

SQN 409 – A. Especial

 

 

Escola Classe 410 Sul

 

 

SQS 410 – A. Especial

 

 

Escola Classe 411norte

 

 

SQN 411 – A. Especial

 

 

Escola Classe 413 Sul

 

 

SQS 413 – A. Especial

 

 

Escola Classe 415 Norte

 

 

SQN 415 – Área Especial

 

 

Escola Classe 416 Sul

 

 

SQS 416 – A. Especial

 

 

Escola Classe 708 Norte

 

 

SHCGH 707/708 – A. Especial

 

 

Escola Classe 711 Norte

 

 

SQN 711 – A. Especial

 

 

Escola Classe do Setor Militar Urbano

 

 

A. Especial da QRO SMU

 

 

Escola Classe Granja do Torto

 

 

A. Especial Granja do Torto

 

 

Escola Parque  210/211 Norte

 

 

EQN 210/211 – A. Especial

 

 

Escola Parque 210/211 Sul

 

 

EQS 210/211 – A. Especial

 

 

Escola Parque 303/304 Norte

 

 

EQN 303/304 – A. Especial

 

 

Escola Parque 307/308 Sul

 

 

EQS 307/308 – A. Especial

 

 

Escola Parque 313/314 Sul

 

 

EQS 313/314 – A. Especial

 

 

Escola  do CAJE

 

 

SGAN 916 Módulo F A. Especial

 

 

Escola Parque da Cidade

 

 

SGAS 909 Conjunto A Fundos

 

 

Fonte - Secretaria De Educação Censo  Escolar 2002

 

 

 

 

 

 

 

 

Centros de Ensino Fundamental

 

 

DISCRIMINAÇÃO

 

 

ENDEREÇO

 

 

CEF 01 de Brasília

 

 

SQS 106

 

 

CEF 01 do Planalto

 

 

Acampamento Rabelo Área Especial

 

 

CEF 02 de Brasília

 

 

SQS 107

 

 

CEF 03 de Brasília

 

 

SQS 103

 

 

CEF 04 de Brasília

 

 

SQS 113

 

 

CEF 05 de Brasília

 

 

SQS 408

 

 

CEF 104 Norte

 

 

SQN 104

 

 

CEF CASEB

 

 

SGAS 909 CJ. A

 

 

CEF GAN

 

 

SGAN 603/604 CJ. H

 

 

CEF Polivalente

 

 

SGAS 913 Módulo 57/58

 

 

 

 

 

 

 

 

Centros Educacionais – Centro de Ensino Médio

 

 

DISCRIMINAÇÃO

 

 

ENDEREÇO

 

 

CED GISNO

 

 

SGAN 907 Bloco A

 

 

CEM  Asa Norte

 

 

SGAN 606 Módulo G/H

 

 

CEM  Elefante Branco

 

 

SGAS Quadra 908 Módulo 25/26

 

 

CEM Paulo Freire

 

 

SGAN 610 Módulo A

 

 

CEM Setor Leste

 

 

SGAS Quadra 611/612 Conjunto E

 

 

CEM Setor Oeste

 

 

SGAS 912/913 Módulo D

 

 

CEJA Asa Sul – CESAS

 

 

SGAS 602 Projeção D

 

 

CEJA Verde Oliva – CESVO

 

 

Avenida Duque de Caxias Setor Militar URB

 

 

Escola Normal de Brasília

 

 

SGAS 907 CJ A

 

 

Colégio Militar de Brasília

 

 

SGAN Q. 902/904

 

 

Colégio Militar Dom Pedro II

 

 

Setor De Áreas Isoladas Sul AE 03

 

 

CEP – Esc de Música de Brasília

 

 

SGAS Q 602 Projeção D 602 Parte A

 

 

CIEF – C Interescolar de Educação Física

 

 

SGAS 907/908 Módulo 25/26

 

 

FONTE: Administração Regional de Brasília Secretaria de Estado e Educação/ Abril de 2003

 

 

 

 

 

 Centro de ensino infantil  

 

 

DISCRIMINAÇÃO

 

 

ENDEREÇO

 

 

CEI 01 de Brasília

 

 

SGAN  611 Módulo C

 

 

JI 21 de Abril

 

 

EQS  707/708 – A. Especial

 

 

JI 102 Sul

 

 

SQS 102  - A.  Especial

 

 

JI 106 Norte

 

 

SQN 106 – A.  Especial

 

 

JI 108 Sul

 

 

SQS 108 – A.  Especial

 

 

JI 114 Sul

 

 

SQS 114 – A.  Especial

 

 

JI 208 Sul

 

 

SQS 208 – A.  Especial

 

 

JI 302 Norte

 

 

SQN 302 – A.  Especial

 

 

JI 303 Sul

 

 

SQS 303  – A.  Especial

 

 

JI 304 Norte

 

 

SQN 304  – A.  Especial

 

 

JI 305 Sul

 

 

SQS 305 – A.  Especial

 

 

JI 308 Sul

 

 

SQS 308 – A.  Especial

 

 

JI 314 Sul

 

 

SQS 314 – A.  Especial

 

 

JI 316 Sul

 

 

SQS 316  - A.  Especial

 

 

JI 404 Norte

 

 

SQN 404 – A. Especial

 

 

FONTE: Administração Regional de Brasília – Abril de 2003

 

 

 

 

 

Perfil do Eleitorado

1998 a 2000

2007 a 2009

Vila Planalto

A EJA na cidade

Perfil da população

Oferta

 

 

Dados eleitorais 2010

Presidente 1º turno / 2º turno

Governador 1° turno / 2° turno

Senador

Deputados Federais

Deputados Distritais

 

 

 

Galeria de imagens

Em construção.

Histórico

Em construção.

Vila Telebrasília

Biblioteca Pública de Brasília

Fonte: www.maps.google.com.br

Biblioteca Pública de Brasília
EQS 512/513 - Brasília-DF
CEP: 70.835-350
Telefone: 3245-5022
Funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
Diretoria de Bibliotecas Públicas do DF: 3325-6223

Brazlândia

REGIÃO ADMINISTRATIVA IV –BRAZLÂNDIA

Histórico

Brazlândia, um povoado surgido nos domínios do município goiano de Santa Luzia (Luziânia) tem seus registros mais antigos datados de 1852. Eles abordam sobre um povoado conhecido como Chapadinha que habitava a chapada do vão dos Angicos que havia se originado da atividade agrícola e pecuária realizada em suas terras.

 No início dos anos 1930, o povoado foi elevado à categoria de distrito e recebeu nome inspirado na família mais numerosa da região, os Braz. Em decorrência da vinda da Capital, parte de suas terras foram desapropriadas em 1958, com exceção da área circundante da sede urbana, para a realização do represamento do Rio Descoberto e a formação do lago destinado a abastecer Brasília com água potável. Depois desta obra muitas fazendas antigas deixaram de existir.

A Região Administrativa de Brazlândia – RA IV foi oficialmente criada pela Lei nº 4.545, de 10 dezembro de 1964.         

Fonte:

COSTA, Graciete Guerra da. As Regiões Administrativas do Distrito Federal de 1960 a 2011. Universidade de Brasília. Brasília, 2011.

<http://www.brazlandia.df.gov.br/images/Relat%C3%B3rio%20Final%20Brazl%C3%A2ndia%20-%20PDAD%202013.pdf> Acessado em 27 de janeiro de 2014.

 <http://www.brazlandia.df.gov.br/sobre-a-ra-iv/conheca-brazlandia-ra-iv.html> Acessado em 27 de janeiro de 2014.

  Segmento

Entidade  

Responsável

Contato

E-mail

Movimento
Popular

Espaço 35 Elza Caetano (61)33911610
(61)99085955

elzacaetano@
hotmail.com

GAB – Grupo de Brazlândia  

 

 

Dados Eleitorais - 2002

Deputados Distritais

NOME PARTIDOS TOTAL GERAL Brazlândia
    DE VOTOS   Votos/Classificação
Arlete Sampaio PT 35.466 1 319   -   15º
Benício Tavares PTB 26.252 2 434   -   10º
Eurides Brito PMDB 24.065 3 559   -  
Zé Edimar PMDB 23.643 4 163   -   29º
Paulo Tadeu PT 21.320 5 103   -   43º
Augusto Carvalho PPS 17.868 6 81   -   55º
Gim Argelo PMDB 17.868 7 151   -   31º
Chico Vigilante PT 17.592 8 293   -   17º
Rôney Nemer PSD 15.433 9 97   -   46º
Izalci PFL 14.958 10 275   -   18º
Erika Kokay PT 14.610 11 381   -   12º
Leonardo Prudente PMDB 13.459 12 131   -   34º
Chico Floresta PT 12.689 15 113   -   43º
Vigão PPB 12.085 16 307   -   16º
Anilceia Machado PSDB 11.927 17 22   -   127º
Eliana Pedrosa PL 11.817 18 590   -7º
Odilon Aires PMDB 11.495 19 159   -   30º
Cauhy PFL 10.930 21 32   -   101º
Pedro Passos PSD 10.590 25 186   -   27º
Chico Leite PCdoB 10.558 27 37   -   92º
Xavier PSD 7.804 33 206   -   23º
Junior Brunelli PPB 7.665 34 194   -   25º
Fábio Barcellos PL 7.179 40 89   -   49º
Peniel Pacheco PSB 6.114 48 24   -   123º

Fonte: TSE/2002

Deputados Federais

Nº. Nome Partido nº de votos Brazlândia
      nº de votos / Classificação
1 Arruda PFL 324.248 8.865/1º
2 Filippelli PMDB 166.958 5.267/2º
3 Maninha PT 98.049 3.100/3º
4 Agnelo Queiroz PCB 95.879 1.188/6º
5 Sigmaringa Seixas PT 78.580 550/11º
6 Pastor Jorge PMDB 41.288 579/10º
7 Tático PSD 29.997 2.269/5º
8 Fraga PMDB 27.939 539/12º

Fonte: TSE 2002

Dados da EJA em Brazlândia

Escolas que Ofertam EJA em Brazlândia

Candangolândia

 

Segmento

Entidade

Responsável

Contato

Email

Movimento
Popular

Associação de Moradores da Velhacap

 

 

 

Dados Eleitorais - 2002

Deputados Distritais

NOME PARTIDOS TOTAL GERAL Candangolândia
    DE VOTOS   Votos/Classificação
Arlete Sampaio PT 35.466 1 134     -    10º
Benício Tavares PTB 26.252 2 79    -    24º
Eurides Brito PMDB 24.065 3 130     -   12º
Zé Edimar PMDB 23.643 4 164    -    
Paulo Tadeu PT 21.320 5 23     -     69º
Augusto Carvalho PPS 17.868 6 59     -    35º
Gim Argelo PMDB 17.868 7 100      -  19º
Chico Vigilante PT 17.592 8 61     -     33º
Rôney Nemer PSD 15.433 9 88     -     23º
Izalci PFL 14.958 10 149     -   
Erika Kokay PT 14.610 11 64     -    32º
Leonardo Prudente PMDB 13.459 12 65   -       30º
Chico Floresta PT 12.689 15 46      -   43º
Vigão PPB 12.085 16 140     -     
Anilceia Machado PSDB 11.927 17 15    -      96º
Eliana Pedrosa PL 11.817 18 49     -    39º
Odilon Aires PMDB 11.495 19 131   -    11º
Cauhy PFL 10.930 21 209    -   
Pedro Passos PSD 10.590 25 75     -    26º
Chico Leite PCdoB 10.558 27 29     -    58º
Xavier PSD 7.804 33 26      -    63º
Junior Brunelli PPB 7.665 34 49      -    40º
Fábio Barcellos PL 7.179 40 21       -    77º
Peniel Pacheco PSB 6.114 48 99     -    20º

Fonte: TSE 2002

Deputados Federais

Nº. Nome Partido nº de votos Candangolândia
      nº de votos / Classificação
1 Arruda PFL 324.248 2.649/1º
2 Filippelli PMDB 166.958 2.290/2º
3 Maninha PT 98.049 794/3º
4 Agnelo Queiroz PCB 95.879 470/4º
5 Sigmaringa Seixas PT 78.580 270/7º
6 Pastor Jorge PMDB 41.288 448/6º
7 Tático PSD 29.997 94/11º
8 Fraga PMDB 27.939 143/10º

Fonte: TSE 2002

Dados da EJA na Candangolândia

Ceilândia

REGIÃO ADMINISTRATIVA IX - CEILÂNDIA

  • Histórico Oficial

A Região Administrativa de Ceilândia – RA IX foi oficialmente criada pela Lei nº 49, de 25 de outubro de 1989, mas teve início 20 anos antes como fruto da Campanha de Erradicação das Invasões – CEI.  

A CEI foi criada em 1969 com o intuito de erradicar a enorme quantidade de favelas existentes nas proximidades da nova Capital Federal. No dia 27 de março de 1971, o então governador Hélio Prates lançava a Pedra Fundamental da nova cidade, no local onde hoje está a Caixa D’água, símbolo histórico da RA. E, juntamente com o governador, o Secretário Otamar Lopes Cardoso deu a nova localidade o nome de Ceilândia, inspirado na sigla CEI e na palavra de origem norte-americana “landia”, que significa cidade (o sufixo inglês estava na moda).

Nesse mesmo dia iniciou-se o processo de assentamento das primeiras 20 famílias oriundas da antiga invasão do IAPI, sendo realizado um culto ecumênico em ação de graças na chegada das famílias ao assentamento. As ruas foram construídas de acordo com o projeto urbanístico de autoria do arquiteto Ney Gabriel de Souza – dois eixos cruzados em ângulo de 90º formando a figura de um barril.

Após nove meses a transferência das famílias estava concluída, no início foi difícil a população carecia de água, de iluminação pública, de transporte coletivo e lutava contra a poeira, a lama e as enxurradas.

Em 29 de junho de 1975, o Decreto n.º 2.943 criou a Administração de Ceilândia vinculada à Administração Regional de Taguatinga.

Fontes:

COSTA, Graciete Guerra da. As Regiões Administrativas do Distrito Federal de 1960 a 2011. Universidade de Brasília. Brasília, 2011.

<http://www.ceilandia.df.gov.br/sobre-a-ra-ix/conheca-ceilandia-ra-ix.html>. [Adaptado].  Acessado em: 24 fev. 2014.

Ceilândia 39 anos: virtualidade e história em movimento - História Contada pelos Movimentos Sociais

39 anos depois de serem jogados em um lugar sem nenhuma condição básica de moradia, os moradores de Ceilândia continuam sua história de lutas. A luta constante pela fixação da cidade e pelo reconhecimento da sua diversidade está na pauta dos movimentos sociais existentes na cidade. 

Superar o preconceito criado a cerca do seu próprio nome e da criminalidade presente em qualquer cidade com pouco investimento do governo, realmente é um grande desafio. Mas a melhor forma é ressaltar sua maior qualidade: Ceilândia tem uma diversidade cultural muito grande que chega a ser paradoxal. Atualmente, a comunidade nordestina com o repente e o forró, vive, muito bem obrigado, na cidade que hoje é conhecida nacionalmente como uma das cidades do Rap.

Clique aqui e assista em audiovisual a história da cidade contada por alguns dos moradores ceilandenses.

 

 

 

Aspectos Físicos-Ambientais

Área:

 

 

 REGIÕES ADMINISTRATIVAS

DISTÂNCIAS EM KM

I - Brasília

26

II - Gama

26

III - Taguatinga

05

IV - Brazlândia

21

V - Sobradinho

41

VI - Planaltina

57

VII - Paranoá

46

VIII - Núcleo Bandeirante

17

X -Guará

13

XI - Cruzeiro

20

XII - Samambaia

06

XIII - Santa Maria

26

XIV - São Sebastião

46

XV - Recanto das Emas

12

XVI - Lago Sul

29

XVII - Riacho Fundo

12

XVIII - Lago Norte

30

XIX - Candangolândia

19

FONTE: CODEPLAN / Mapa da Região Integrada de Desenvolvimento – 1999.  

1)  A distância entre duas cidades é medida da saída à chegada principal, considerando a menor distância entre elas, somente no caso de Brasília, as distâncias de saída e chegada da Estação Rodoviária.

2)  Os trajetos escolhidos são os mais curtos entre duas localidades.

Clima: O clima de Ceilândia é tropical semi-úmido, com duas estações bem definidas: o verão e o inverno. A temperatura média é de 21° C e a precipitação pluviométrica é de 1.750 mm. A umidade relativa do ar, oscila em 60%, chegando a menos de 20% em alguns períodos da tarde, nos meses de julho e agosto.

 

As matas ciliares servem como proteção aos mananciais que abastecem a Chácara Beta e dão origem aos córregos das Corujas e Guariroba. Sua retirada poderá comprometer a sobrevivência das nascentes.

 

 

 

 

Fonte: www.ceilandia.df.gov.br  

Relevo:  A região apresenta relevo caracterizado por chapadões sedimentares arenosos, surgindo ribeirinhas nas chapadas. O solo é constituído por sedimentares antigos e com alto índice de acidez.

 

Vegetação: A vegetação predominante é o cerrado, formado por duas camadas: gramíneas e arbustos.

 

Unidades de Conservação: Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Descoberto, com 3.905 ha, Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) do Parque Juscelino Kubstchek, com 2.311 ha, Parque da Lagoinha, com 61 ha, Parque das Corujas, com 3 ha e Parque Vivencial do Descoberto, com 350 ha.

 

Ceilândia situa-se na Bacia do Rio Descoberto, sendo sua principal subbacia a do Rio Melchior, que é formado pelos córregos Taguatinga e Guariroba. As cotas registram níveis de 1.287 a 890 metros, sendo o setor central da cidade seu ponto culminante. As chuvas ultrapassam a precipitação pluviométricas de1.500 mm anuais, caracterizando-se pela grande intensidade e curta duração, concentrados de outubro a março.

 

A temperatura média anual são de 19,6° C e 22,8° C, com uma umidade relativa média de 68%, onde de abril a setembro é menor que 25%.

 

A área rural apresenta córregos poluídos e habitações que avançam sobre a faixa de proteção do Rio Descoberto, como o Condomínio Privê, afetando a qualidade da água que abastece a cidade e a maior parte do Distrito Federal. A área urbana, em alguns setores, apresenta graves problemas de erosão.

 

Foi constatado também, que após a implantação dos setores “P” Norte, “Q” e “R”, houve um grande aumento da erosão do solo e mesmo de extinção dos buritis nativos na área.

 

Áreas suscetíveis à erosão:

 

Situam-se além dos limites Sul, Oeste e Sudeste. Altos níveis de ocupação associados ao manejo inadequado dos solos e às condições climáticas, intensificam os processos erosivos responsáveis pela perda irreparável dos solos urbanos e rurais. Os processos erosivos que naturalmente ocorrem nesta área, entrando em colapso o equilíbrio morfodinâmico da região, em função da impermeabilização das superfícies e em função dos processos de concentração do escoamento pluvial em várias áreas desprovidas de mecanismos de concentração e saneamento básico.

 

Considerada especialmente crítica, é a vertente da margem direita do córrego das Corujas, uma gruta com mais de 30 metros de altura.

 

Nesta área, o risco de formação de voçorocas e ravinamentos é muito grande, caso não se tomem medidas preventivas. Já que esta área é importante para a manutenção dos mananciais, contenção de erosão e conservação da vida silvestre, propõe-se que a mesma seja ampliada para que a faixa da área de preservação permanente que a legislação determina seja estendida.

 

Uma vez declarada de preservação permanente, essas áreas ficarão sujeitas às restrições de uso estabelecidas por lei ou por um código de ocupação a ser estabelecido pelos programas de controle ambiental.

 

As propostas do Plano Diretor Local - PDL/Ceilândia define as áreas mais suscetíveis à erosão, as diretrizes e restrições para usos e ocupação dos solos, desenvolvimento e aplicação de tecnologias adequadas associadas a práticas conservacionistas, visando ao manejo racional do solo e da sua cobertura vegetal, de forma a garantir seu uso sustentável, regulamentação das atividades agrícolas, pastoris e industriais, bem como de construção de estradas e de expansão urbana, visando reduzir os desmatamentos, as queimadas, a impermeabilização e outros usos inadequados dos solos.

 

Nascentes, Matas Ciliares e Faixas Marginais aos Reservatórios Artificiais: Situam-se na região das nascentes e matas ciliares dos córregos das Corujas, Veredas e Ibira Branco e nas faixas marginais aos reservatórios artificiais.

As nascentes que hoje apresentam uma situação equilibrada podem vir a sofrer alteração no seu processo natural de exudação, tanto do ponto de vista de perda da qualidade, quanto do ponto de vista da diminuição do caudal, pelo crescente processo de impermeabilização dos solos, decorrente do avanço dos processos de urbanização.

O território da Região Administrativa de Ceilândia é dividido, conforme o macrozoneamento instituído pela Lei Complementar no 17/97, que aprovou o Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal - PDOT, e Lei Complementar no 314/2000, que aprovou o Plano Diretor Local da Região Administrativa de Ceilândia - PDL/RA IX, nas seguintes zonas:  

 

Limites:

 

Norte: Ribeirão das Pedras e Lago Descoberto (Brazlândia).

 

Sul: Córrego Taguatinga e Rio Melchior ou Belchior (Samambaia).

 

Leste: Linha que une a Barra do Córrego Currais, com a interseção da BR-070 e Via MN-3, Via MN-3, Via M-3, QNM 32, QNM 30, QNM 28, QNM 27, QNM 29, QNM 31, QNM 33, DF-255, Via que separa o Setor Administrativo e Área para Universidade (Taguatinga).

 

Oeste: Rio Descoberto (Estado de Goiás).

 

Zona Urbana de Dinamização:

 

- Área Urbana Existente: 27.817.692,371 m2

 

- Centro Regional: 7.550.136,992  m2

 

- Área Rural Remanescente - Parque JK: 23.113.413,735 m2

 

- Área de Desenvolvimento Econômico do Descoberto:  582.984,617 m2

 

- Área de Desenvolvimento Econômico Centro-Norte: 520.054,458 m2

 

- Área Perimetral Sul: 711.239,799 m2

 

- Área Perimetral Norte: 2.607.412,819 m2

 

- Total: 62.902.934,791 m2

 

Zona Rural de Uso Controlado: Total: 39.043.297,683 m2

 

Zona Rural de Uso Diversificado:   

- Área Especial com Restrição Físico-Ambiental: 36.702.219,56 m2

 

- Parque do Descoberto: 3.498.492,279 m2

 

Total: 109.891.955,472 m2

Área da Região Administração de Ceilândia:

 

Total: 232.319.932,202 m2

Hidrografia: O principal curso d’água é a Bacia do Rio Descoberto, a oeste, com 825 Km2.

 

Altitude: Na Zona Urbana, a altitude mínima e máxima é de 1.000 e 1.200 metros, respectivamente

 

Distância de Ceilândia às demais Regiões Administrativas:

A EJA em Ceilândia

EJA em Ceilândia

ATENÇÃO: Matrículas na EJA pelo 156, opção 2, até 31/10

As inscrições para matrícula da EJA em 2014 deverão ser realizada pelo telefone 156, opção 2. O prazo se encerrará no dia 31/10/2013 (quinta-feira). Para ajudar na divulgação as Equipes do MOPOCEM, CRE/SEDF, CEPAFRE, DF Alfabetizado, GTPA/Fórum EJA, Rádio Comunidade 98.1 FM foram, em pleno domingo (27/10), à Feira Central de Ceilândia, Shopping Popular, Praça do Trabalhador e Semáforos, a fim de mobilizar para a última semana de solicitação de matrículas na EJA. Quatro equipes se dividiram com a intenção de sensibilizar a população para a solicitação de vagas no 156, opção 2. Ajude também a divulgar na sua cidade e participe desta ação!

Para mais informações acesse: http://juntosnaejadf.wordpress.com/2013/10/02/matriculas-novas-para-2014/

População segundo nível de escolaridade - CODEPLAN 2010/2011

Confira aqui o índice de escolaridade dos moradores de Ceilândia divulgado a partir da PDAD 2010/2011 de Ceilândia.
 

População segundo nível de escolaridade - Ceilândia - Distrito Federal – 2010

Nível de Escolaridade

%

Analfabeto (15 anos ou mais)

11.760

3,0

Sabe ler e escrever (15 anos ou mais)

7.595

1,9

Alfabetização de adultos

1.225

0,3

Maternal e creche

2.009

0,5

Jardim I e II/pré Escolar

14.161

3,6

Fundamental incompleto

144.847

36,4

Fundamental completo

28.910

7,3

Ensino médio incompleto

41.552

10,4

Ensino médio completo

80.459

20,2

Superior incompleto

20.727

5,2

Superior completo

15.631

3,9

Curso de especialização

2.156

0,5

Mestrado

245

0,1

Doutorado

147

0,0

Crianças de 6 a 14 anos não alfabetizadas

98

0,0

Não sabe

2.940

0,7

Menor de 6 anos fora da escola

23.912

6,0

Total

398.374

100,0

Fonte: Codeplan – Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios - Ceilândia - PDAD 2010/2011

dados de matricula na EJA em Ceilândia

Dados Demográficos - PDAD 2010/2011

 

Número de Habitantes - PDAD 2010/2011

Segundo os dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios – PDAD 2010, a população urbana de Ceilândia é de 398.374 habitantes enquanto no ano de 2004 era de 332.455 (Gráfico 1). A taxa média geométrica de crescimento anual da Ceilândia, entre as duas PDADs 2004-2010, ainda é alta - 3,1%, considerando que, no Distrito Federal com os Censos de 2000 e 2010, essa taxa foi de 2,3%. Isto se explica, em parte,  pela  influência  da  migração  interna,  principalmente,  com  o  surgimento dos condomínios Sol Nascente e Por do Sol.

A área  urbana  da  Ceilândia  é  de  29,10  Km²,  apresentando  uma  alta  densidade demográfica de 13.689 habitantes/ Km² em 2010, superior à do Distrito Federal que é de  9.701,27 habitantes/ Km² (2.476.249 residentes urbanos e uma área urbana de 255,25 Km²).

Do total de habitantes da RA 24,5% tem até 14 anos de idade e 64,3% concentram-se no grupo de 15 e 59 anos, responsável pela força de trabalho. Os demais 11,2% estão na faixa de 60 anos ou mais.

A maior parte da população é constituída por mulheres, 52%. A razão de sexo, que é expressa pelo número de homens para cada 100 mulheres, foi de 92,3 acima da registrada no Distrito Federal de 90,7(Tabela 4.1 a 4.2).

População segundo os grupos de idade - Ceilândia - Distrito Federal - 2010
 

Grupos de Idade
 
%
 
0 a 4 anos 29.057 7,3
5 a 6 anos 12.397 3,1
7 a 9 anos     21.511 5,4
10 a 14 anos   34.496 8,7
15 a 18 anos 26.705 6,7
19 a 24 anos 38.171 9,6
25 a 39 anos 108.048 27,1
40 a 59 anos   83.252 20,9
60 anos ou mais 44.737 11,2
Total  398.374  100,0

 *Fonte: Codeplan – Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios - Ceilândia - PDAD 2010/2011
.

 

Renda Familiar - PDAD 2010/2011

A renda familiar constitui um indicador amplamente utilizado para análise da situação socioeconômica de uma população, embora apresente limitações por não considerar a ocupação domiciliar e a faixa etária dos moradores. Quando apurado o rendimento gerado ignoram-se as desigualdades de condições de cada domicílio.

Ao se estudar a renda de uma localidade deve-se também atentar para o fato de que a renda domiciliar é resultado do momento em que o dado é coletado, do desempenho global da  economia, da política salarial, assim como da situação do mercado de trabalho.

Feitas  as  devidas  ressalvas,  esse  indicador  permite  que  se  elabore  o  perfil socioeconômico  dos  moradores  de  Águas  Claras  por  meio  do  levantamento  do rendimento bruto mensal do trabalho e dos demais rendimentos como aposentadorias, pensões,  aluguéis, doações, entre outros, auferidos pelos membros dos domicílios pesquisados.

A renda domiciliar média da população de Ceilândia, apurada na pesquisa é da ordem de R$2.407,00 correspondentes a 4,7 salários mínimos (SM) e a renda per capita é de R$604,00  (1,2 SM). Analisando-se a distribuição da renda domiciliar bruta mensal, segundo as classes de renda , com base em múltiplos de salários mínimos, verifica-se que a mais expressiva é o agrupamento de mais de dois até dez SM, que concentra a metade dos  domicílios. Os que percebem acima de dez SM representam somente
8,4%. Já os que recebem até dois são nada menos que 37,2% SM. 

Renda Domiciliar Média Mensal e Per Capita Média Mensal - Ceilândia - Distrito Federal - 2010

Renda Domiciliar Média Mensal Renda Per Capita Média Mensal
Valores Absolutos
R$ 1,00
Valores em Salários
Mínimos
Valores Absolutos
R$ 1,00
Valores em Salários
Mínimos
2.407 4,7 604 1,2

*Fonte: Codeplan – Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios - Ceilândia - PDAD 2010/2011

 

Segmentos

Movimento Popular

Segmento

 

Entidade

 

Responsável

 

Contato     

 

E-mail

 

 

 

 

 

 Movimento
Popular

 

CEPAFRE  Centro de Educação Paulo Freire

 

Osmar Oliveira Aguiar

 

(61)32159731  (61)99761150 

 

osmar.aguiar@
camara.gov.br

 

Clauzene Lima da Silva

 

(61)35181433 
(61)96827634 

 

 

 

 

ACESO  Associação comunitária da Expansão do Setor “O”

 

 

 

 

 

 

 

Associação dos Idosos de Ceilândia Sul

 

 

 

 

 

 

 

Biblioteca Pública

Biblioteca Pública de Ceilândia - Carlos Drummond de Andrade
Endereço: QNN 13 Lote B Área especial - Centro Cultural - Ceilândia
Telefone: (61) 39011360
Horário de funcionamento:
Segunda à Sexta: 08:00 - 22:00 h.
Sábado: 08:00 - 12:00 h.

Cruzeiro

 
História
 
A história da região em que está localizado o Cruzeiro é quase tão antiga quanto as primeiras iniciativas para a mudança da Capital Federal para o interior do país. Cumprindo a Primeira Constituição Republicana, em 1892, foi criada a Comissão Exploradora do Planalto Central com a finalidade de demarcar a área do futuro DF. A "Missão Cruls", como ficou conhecida a Comissão, instalou seu acampamento na atual região do Cruzeiro às margens do córrego do Brejo (atual Córrego do Acampamento). Vestígios desse Acampamento existiam até antes da construção de Brasília, nas proximidades do Córrego Acampamento. Nessa região, o engenheiro e astrônomo Luiz Cruls, deixou montado por um ano observatório meteorológico para registro das condições climáticas da região. Um dos membros da "Comissão Cruls" que teve grande intimidade com a região foi o botânico A. Glaziou, que viveu no Acampamento durante todo o ano de 1895. Uma das impressões mais significativas de Glaziou é quando ele afirma que do ponto mais alto onde estava acampado era possível observar um "vastíssimo vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires e Riacho Fundo". Esse vale "impressionou profundamente pela calma severa e majestosa", nada a que "fosse comparável, quer pela fertilidade do solo, quer pelas vantagens das águas, quer pelo clima, quer pelo conjunto da paisagem".

De 1946 a 1948, com a retomada das idéias de mudança da Capital Federal, entre as providências tomadas pela Comissão de Estudos de Localização da Nova Capital (Comissão Polli Coelho), estavam os estudos realizados pela firma de Donald Belcher, que recomendou cinco sítios para escolha do local para instalação da capital do país. Em 15 de abril em 1955, foi escolhido o Sítio Castanho para o assentamento da Capital, exatamente no local onde esteve por muito tempo acampada a comitiva de Luiz Cruls, na fazenda Bananal.

O início da ocupação do atual Cruzeiro, deu-se em 1955, nas terras que formavam a Fazenda Bananal (área desapropriada para a Construção de Brasília) a fim de abrigar os funcionários públicos federais que chegavam do Rio de Janeiro, para trabalhar na nova capital. As primeiras construções, blocos de dez casas geminadas, começaram a ser edificadas em 1958. Com a conclusão dessas moradias, chegaram os funcionários públicos federais transferidos. O Departamento Administrativo do Serviço Público, popularmente conhecido como DASP (atual Secretaria de Recursos Humanos, do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão), era responsável pela transferência dos funcionários públicos federais para Brasília.

O Decreto nº 10.972, de 30.12.87, do Governo José Aparecido de Oliveira, em seu "Artigo 1º: O dia 30 de novembro de 1959, é declarado data oficial de fundação do Núcleo Urbano do Cruzeiro". Portanto, 30 de novembro é a data de aniversário da fundação do Cruzeiro. A equipe do urbanista Lúcio Costa foi responsável pelo projeto e pelo nome oficial do bairro - Setor de Residências Econômicas Sul - SRE/S, Cruzeiro Velho; na década de 70, foi inaugurado um conjunto de edifícios, que formaram o Cruzeiro Novo - SHCE/S; na década de 80, são inauguradas as Áreas Octogonais. Em 1989, cria-se o Setor de Habitações Coletivas Sudoeste - SHCSW que está em fase de implantação de sua infra-estrutura. Cada um desses setores reflete em suas características o momento político, social e econômico de sua implantação.

Os primeiros moradores do então SRE/S, funcionários públicos e militares vindos do Rio de Janeiro, não se acostumaram com essa sigla e outras denominações para o local foram surgindo: primeiro chamaram de "Cemitério" , devido ao isolamento do bairro e a impressão que se tinha daquele aglomerado de casinhas brancas, quando avistado de longe. Depois, numa homenagem bem humorada dos cariocas residentes, o local passou a ser reconhecido como "Bairro do Gavião", devido ao grande número de gaviões vermelhos que apareciam no local. A mudança do nome para "Cruzeiro" partiu da própria comunidade. Em 1960, um grupo de moradores procurou o Jornal Correio Brazilienze para manifestar sua insatisfação com o nome do local em que moravam. O batismo de Cruzeiro tinha então dois fundamentos lógicos: primeiro, o bairro ficava próximo à Cruz (estrategicamente, colocada no Eixo Monumental - logo atrás o Memorial JK) do Cruzeiro onde foi celebrada a primeira Missa de Brasília; segundo, e havia uma linha de ônibus de Transportes Coletivos de Brasília - TCB, que fazia o trajeto do local da Cruz até o Gavião. A partir daí, como era de se esperar, a Região ficou conhecida pelo nome de Cruzeiro.

No segundo semestre de 1960, João Scarano, funcionário do Grupo de Trabalho de Brasília - GTB, foi indicado como administrador do núcleo residencial, com a responsabilidade de distribuir casas, e buscar soluções para os problemas da comunidade. Situações difíceis como falta de água e luz, invasões, limpeza urbana deficiente, entre outros problemas, são exemplos das principais dificuldades vivenciadas pela comunidade.

Em dezembro de 1987, atendendo a solicitação da comunidade que reivindicava uma unidade administrativa local, o então Governador José Aparecido de Oliveira, através do Decreto nº 10.970, de 30.12.87, decreta em seu "Artigo 1º: Fica criada, na circunscrição da Região Administrativa I, a Administração do Cruzeiro, que compreende os Setores Residencial Econômico Sul-SRES, de Habitações Econômicas Coletivas Sul-SHCES, de Habitações Coletivas - Áreas Octogonais Sul-SHCAOS e adjacências". A Lei nº 49/89, de 25.10.89, do Governador Joaquim Roriz, em seu Art 9º, cria a Região Administrativa do Cruzeiro. Ainda, no mesmo dia, através do Decreto nº 11.921/89, de 25.10.89, atendendo a nova divisão do território do Distrito Federal, foi fixada os novos limites Para as Regiões Administrativas do Distrito Federal, e entre essas a da RA XI - Região Administrativa do Cruzeiro.

O Cruzeiro, sendo uma das Regiões Administrativas mais próximas do centro de Brasília, é um local privilegiado para viver e morar. Esse é o retrato atual de uma cidade que foi planejada para atender às necessidades que a nova capital demandava. Observando a cidade hoje, é possível constatar a qualidade de vida que seus habitantes têm: áreas reservadas para lazer, praças, áreas verdes e parques. Com um começo marcado por dificuldades, atualmente a comunidade cruzeirense tem um espaço do qual pode se orgulhar, reconhecido em todo DF, pela sua identidade própria expressa no carnaval, no samba, no pagode e nos títulos esportivos conquistados em competições locais, regionais e nacional.Embora pouca gente saiba, a RA XI é bastante ativa culturalmente. Podemos até dizer, sem exagero, que as primeiras manifestações culturais da nova capital nasceram no cruzeiro, com a proposta de criar uma entidade que promovesse o congraçamento dos moradores do bairro. Dessa idéia, nasce em 1961 a Associação dos Recreativa Cultural unidos do Cruzeiro, a ARUC. A trajetória cultural do cruzeiro confunde-se com a própria história da ARUC que no contexto do DF é uma referencia central.

Fonte: www.cruzeiro.df.gov.br

A EJA no Cruzeiro

Escolas públicas que oferecem EJA

RELAÇÃO DE ESCOLAS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA 
REDE PÚBLICA DE ENSINO DO CRUZEIRO E SUDOESTE

1 º semestre de 2006

 

ESCOLA

ENDEREÇO

TELEFONE

1º Segmento

(nº de turmas)

2º Segmento

(nº de turmas)

3º Segmento

(nº de turmas)

Mat

Vesp

Not

Mat

Vesp

Not

Mat

Vesp

Not

CESVO (Especial para os militares/Convênio)

Batalhão de Polícia do Exército/SMU

3415-7155

 

 

 

 

 

7

 

 

11

Centro Educacional 02 do Cruzeiro

SHCES  Q 805 Lote  02 Cruzeiro Novo

3901-8338

 

 

 

 

 

 

 

 

13

Centro de Ensino Fundamental 1 do Cruzeiro

Área Especial 05 – Lote 06
Cruzeiro Velho

3901-7796

 

 

4

 

 

 

 

 

 

Centro de Ensino Fundamental  2 do Cruzeiro

SHCES  Q. 309 Lote 01 – Cruzeiro  Novo

3362-9041

 

 

 

 

 

8

 

 

 

Escola Classe 08 do Cruzeiro

AOS 06/08 Lote 03 – Área Octogonal

3901-7791

 

 

4

 

 

 

 

 

 

TOTAL DE ESCOLAS: 05

-

-

8

 

15

24

 

Fonte: Governo do Distrito Federal - GDF
           Secretaria de Estado de Educação
           Subsecretaria de Educação Pública
           Diretoria de Educação de Jovens e Adultos

 

RELAÇÃO DE ESCOLAS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA 
REDE PÚBLICA DE ENSINO DO CRUZEIRO

2 º semestre de 2007

 

ESCOLA

ENDEREÇO

TELEFONE

1º Segmento

(nº de alunos)

2º Segmento

(nº de alunos)

3º Segmento

(nº de alunos)

Mat

Vesp

Not

Mat

Vesp

Not

Mat

Vesp

Not

Centro Educacional 02 do Cruzeiro

SHCES  Q 805 Lote  02 Cruzeiro Novo

3901-8338

 

 

 

 

 

 

 

 

649

Centro de Ensino Fundamental 1 do Cruzeiro

Área Especial 05 – Lote 06
Cruzeiro Velho

3901-7796

 

 

60

 

 

 

 

 

 

Centro de Ensino Fundamental  2 do Cruzeiro

SHCES  Q. 309 Lote 01 – Cruzeiro  Novo

3361-7886

 

 

 

 

 

399

 

 

 

TOTAL DE ESCOLAS: 03

-

-

-

-

-

 -

-

-

-

-

-

 

Fonte: Pesquisa de campo feita por estudantes de Pedagogia/UnB - 2º / 2007.

 

 

RELAÇÃO DE ESCOLAS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA 
REDE PÚBLICA DE ENSINO DO CRUZEIRO

1º semestre de 2008

Alfabetização no Círculo Operário do Cruzeiro

ALFABETIZAÇÃO 2006

Neste ano de 2006, o COC como em 2005 optou por trabalhar com alfabetização na vila Estrutural. Em 2005 acompanhamos nove turmas em parceria com a Central Única dos Trabalhadores – CUT – DF. Em 2006 fizemos a parceria com o Grupo de Trabalho Pró- Alfabetização do DF e Entorno – GTPA, que por sua vez mantêm parceria com o Programa Brasil alfabetizado(MEC), por intermédio do Centro Paulo Freire – Cepafre da Ceilândia. Esta parceria garante uma ajuda de custo às alfabetizadoras. Para o pagamento das observadoras o COC tem um projeto com o Mutirão fome Zero da CNBB, que neste ano está em fase de aprovação. O trabalho na Estrutural tem proporcionado além de oportunidade àquela comunidade de voltar a estudar, vários debates a respeito da sua problemática e um grande aprendizado para a equipe do COC que o acompanha. No próximo ano estamos discutindo a possibilidade de voltar a abrir turma no Cruzeiro, já que também dentro da nossa comunidade ainda existem pessoas que não sabem ler e escrever. A equipe do projeto também se reúne quinzenalmente para compartilhar dificuldades, duvidas, repasse de materiais e estudar textos do educador Paulo Freire. 

BIBLIOTECA VILA ESTRUTURAL

No final de 2005 recebemos a noticia que um antigo projeto apresentado pelo COC para a obtenção de uma Mala do Livro foi aprovado. Só que no formato de uma Biblioteca Fixa, cedida pelo BNDES, por intermédio da Associação de Escolas Católicas – AEC do Brasil. Avaliamos que seria melhor instalar esta biblioteca na Vila Estrutural, já que no Cruzeiro existe uma Biblioteca Pública além de não termos espaço no COC. O local onde está sendo instalada a biblioteca é na Fundação Brasília de Artes e Humanidades – Fubrah, situada na quadra 16, próxima ao lixão. Além do acervo novo cedido pelo BNDES, serão incorporados os livros que já existiam na Fubrah, alguns livros que estavam sem uso no COC, livros cedidos por amigas e amigos. Neste trabalho também estamos contando com a parceria de trabalho do Grupo Ação Rebelde e Dignidade Candanga, com a participação das alfabetizadoras e observadoras, alguns alfabetizandos (as) e pessoas da comunidade. No dia 26 de agosto foi inaugurado a biblioteca e então partimos para uma segunda fase de convivência com a comunidade da Vila Estrutural. O espaço da biblioteca poderá ser um lugar de reflexão rumo à construção da cidadania.

Autora: Deuzani Cândido Noleto
Fonte:
Acervo do Círculo Operário do Cruzeiro - COC/DF

Relatório das atividades de 2005.

ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Alfabetização de Jovens e Adultos: contribuir para a erradicação do analfabetismo no Distrito Federal.

No primeiro semestre, duas parceiras contribuíram para o desenvolvimento dos projetos: a Central Única dos Trabalhadores (CUT-DF), através de convênio firmado com o Ministério da Educação para pagamento de ajuda de custo às alfabetizadoras da Estrutural; e a Comissão de Superação da Miséria e da Fome da CNBB, que garantiu a ajuda de custo às observadoras das turmas de alfabetização.

No segundo semestre a equipe da alfabetização optou por participar do projeto com o MEC através do Grupo de Trabalho Pró-Alfabetização do DF e do Entorno, representado, no Ministério, pelo Centro de Educação Paulo Freire da Ceilândia (Cepafre).

Em dezembro de 2004 foram constituídos 9 (nove) círculos de cultura na Estrutural, com a participação de 27 (vinte e sete) voluntárias(os), sendo 23 (vinte e três) residentes na vila. Foram matriculados(as) 162 alunos, dos quais 73 concluíram o curso e receberam o certificado expedido pelo MEC.

Os círculos de cultura, formados em parceria com a CUT/MEC, tiveram 8 (oito) meses de duração, com carga horária de 2h30 (duas horas e meia) diárias. Dois funcionavam na própria residência das alfabetizadoras, um em uma Pré-escola, dois em galpões e quatro em igrejas do local. Apesar de a escola pública da Vila não funcionar à noite, a direção da escola não liberou as salas de aula para as turmas, sob a alegação de que a escola não dispunha de servidores para acompanhar o trabalho à noite.

A partir de janeiro de 2005, com o apoio financeiro da Comissão de Superação da Miséria e da Fome da CNBB, as alfabetizadoras passaram a contar com a colaboração das observadoras para planejamento e desenvolvimento das aulas. Além de permitir um atendimento mais direto às/aos alfabetizandas(os), o processo de observação visava, ainda, à formação de novas alfabetizadoras, garantindo a multiplicação do trabalho.

Outros fatores contribuíram para o alto índice de evasão: distância entre o local de moradia e o de funcionamento da turma; alto índice de violência na vila; deficiência visual; cansaço decorrente de exaustiva carga de trabalho; falta de apoio dos familiares, especialmente no cuidado dos filhos menores enquanto a mãe estuda; horário de trabalho incompatível com o das aulas e alcoolismo.

No segundo semestre, apenas duas novas turmas foram constituídas. A primeira, coordenada pela companheira Vanderlina Ribeiro de Abreu, teve início em 14 de fevereiro de 2006, com 17 alfabetizandos(as) matriculados(as) e funciona na residência da voluntária; a segunda, com 23 matriculados(as), sob a coordenação da companheira Marinalva (Nana), teve início em 23 de janeiro de 2006 e funciona na sede da fundação Brasília de Artes e Humanidades (Creche da Nana).

A participação em atividades promovidas pelo Fórum de Educação Básica de Jovens e Adultos do DF foram: XII Encontro Pró-alfabetização e Educação de Jovens e Adultos do DF e Entorno: promovido pelo GTPA-Fórum EJA/DF, no Auditório Dois Candangos da Universidade de Brasília, dia 16 de abril; V Mova Brasil - Encontro Nacional dos Movimentos de Alfabetização de Jovens e Adultos do Brasil: o evento foi realizado de 9 a 11/junho, no Centro de Treinamento em Educação/CNTI/Luziânia-GO, e contou com a participação de 743 (setecentos e quarenta e três) educadores populares, representando as cinco regiões brasileiras; XIII Encontro Pró-alfabetização e Educação de Jovens e Adultos do DF e Entorno: o encontro, preparatório para o VII ENEJA, foi realizado pelo GTPA-DF no dia 9/julho, no Sindsep-DF; VII ENEJA – Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos: o evento, realizado de 31/agosto a 3/setembro, no Centro de Treinamento em Educação/CNTI/Luziânia-GO, contou com a participação de 510 (quinhentos e dez) delegados(as), representando vinte e seis unidades da federação; o DF teve 20 (vinte) delegados(as); Audiência pública sobre a Educação de Jovens e Adultos: promovida pela Comissão de Educação e Saúde da Câmara Legislativa do DF, no dia 25/novembro. O companheiro Francijairo Ananias apresentou a avaliação do Fórum EJA/DF sobre a situação da educação de jovens e adultos no DF e os avanços alcançados em 2005. Dezenas de educadoras(es) e alfabetizandos(as) do GTPA-DF garantiram a participação da comunidade no debate.

Cruzeiro, 1º de março de 2006.

Autoras: Deuzani Cândido Noleto e Telma Oliveira Faria Figueiredo
Fonte: Acervo do Círculo Operário do Cruzeiro - COC/DF

Relatório das atividades de 2006.

PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

O Programa de Alfabetização envolve, diretamente, seis voluntários e voluntárias e, indiretamente, oito, que atuam como apoio e suporte. Quarenta e três pessoas estão sendo atendidas, por meio de duas turmas, sendo que uma funciona na sede da FUBRAH e a outra na casa da observadora Nilza Gonçalves.

Neste primeiro semestre de 2006 foi ministrada a primeira fase do programa que consiste na alfabetização a partir dos seguintes temas que foram estudados e debatidos: moradia, alimentação, lazer, clima, meio ambiente, educação, saúde, tecnologia, relações humanas, formas associativas, processo eleitoral, família, religião, água, geração de trabalho e renda, transporte, reciclagem, entre outros. Utilizamos recursos como: cartazes, filmes, dinâmicas e debates.

No segundo semestre estamos começando a pós-alfabetização, com a introdução de conceitos de gramática, leitura e interpretação de textos, elaboração de texto individuais e coletivos, estudo de bilhetes e cartas, e também com a matemática com as quatro operações e resoluções de problemas.

A participação em atividades promovidas pelo Fórum de Educação Básica de Jovens e Adultos do DF foram: XIII Encontro Pró-alfabetização e Educação de Jovens e Adultos do DF e Entorno: promovido pelo Fórum EJA-DF/GTPA-DF, no Auditório da Confederação Nacional de Trabalhadores da Indústria – CNTI; VI Mova Brasil - Encontro Nacional dos Movimentos de Alfabetização de Jovens e Adultos do Brasil: o evento foi realizado de 15 a 18 de junho, em Fortaleza – CE.

Avaliamos que o trabalho foi bastante proveitoso no primeiro semestre, sendo que pelo menos oito alfabetizandos (as) já estão lendo e começando a interpretar textos. Continuamos com bastante dificuldade com relação ao espaço, principalmente a turma que funciona na casa da observadora, onde fez muito frio fazendo com que alguns alfabetizandos(as) faltassem, às vezes, às aulas. Algumas alfabetizandas têm dificuldade para participar das aulas, porque precisam levar seus filhos pequenos para as aulas, ou precisam ficar em casa com eles. Mas apesar das dificuldades vamos vivenciar as próximas etapas e concluir com um bom numero de pessoas participando das turmas.

Cruzeiro, 3 de agosto de 2006.

Autoras: Ariadne Coelho Pessoa e Deuzani Cândido Noleto
Fonte:
Acervo do Círculo Operário do Cruzeiro - COC/DF



Dados da EJA no Cruzeiro

AnexoTamanho
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Audiovisual

Confira a vista aérea do Cruzeiro!

Fonte:
Filmado por Roseane Gonçalves
Produzido e Editado por Augusto Areal
www.infobrasilia.com.br

Biblioteca Pública do Cruzeiro

 

Fonte: http://maps.google.com/

Endereço:
SRE/S Área Especial 03 - Setor Escolar Lote 10, Cruzeiro Velho
Telefone: (61) 3363.1521

Horários: Segunda a Sexta de 8:30h às 22:30h e Sábado de 8:30h às 18h
Local de Referência: Em frente à ARUC

Dados ambientais

  • Relevo: Os solos da região são de antiplanos com ligeira ondulação, registrando altitudes com cotas variando de 1.125,00 m a 1.172,00 m.
  • Clima: O clima do Cruzeiro é ameno e seco, a temperatura média anual é de 22,8º C. A média da precipitação pluviométrica (chuvas) é de 1.500 mm anuais, concentradas de outubro a março, período em que a umidade relativa do fica em torno dos 70%, caindo em torno de 25% nos mais secos, ou seja, de julho a setembro.


Fonte: Adm. Reginal do Cruzeiro - http://www.cruzeiro.df.gov.br/ - Setembro/2006

 

Dados demográficos

Grau de instrução

5- GRAU DE INSTRUÇÃO DA POPULAÇÃO

Tabela 06 - Grau de Instrução dos Membros da Família, segundo os Níveis de  Escolaridade.

NÍVEIS

PERCENTUAL

Analfabeto

1,72

Sabe ler e escrever

2,07

Pré-escola

4,37

1º grau incompleto

26,53

1º grau completo

7,70

2º grau incompleto

11,18

2º grau completo

21,39

Superior incompleto

5,00

Superior completo

13,44

Pós-graduação

0,78

Menores de 7 anos s/ escola

5,82