O autor expressa grande preocupação com o rumo das negociações do FUNDEB, de modo especial contra a proposta governamental de estabelecer o valor-aluno da EJA em apenas 0,6 do valor padrão, o que equivaleria a tratar a modalidade com descaso pedagógico e financeiro. Neto denuncia que o MEC estaria deliberadamente contendo a demanda de EJA para evitar uma "explosão" de matrículas que pressionasse o orçamento social do governo federal. Ele conclama a Comissão Nacional a se reunir em Brasília para que não aceitem passivamente as regras impostas, rompendo o silêncio e a condescendência.