Educação de Jovens e Adultos como direito público subjetivo e dever do Estado. Diante da elaboração dos novos planos de educação e do processo eleitoral de 2026, alertam para o avanço de propostas privatistas que reduzem a EJA à lógica da "inclusão produtiva", subordinando a educação às demandas do mercado e enfraquecendo a oferta pública presencial. Em defesa de uma formação humana integral, os Fóruns conclamam educadoras(es), estudantes, pesquisadoras(es), movimentos sociais e toda a sociedade a fortalecerem a luta por uma EJA pública, presencial, emancipadora e socialmente referenciada. A EJA é um direito fundamental e deve permanecer sob responsabilidade do Estado.