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Ciência e sociedade: a educação em tempos de fronteiras paradigmáticas
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Este artigo faz uma ponte entre as ideias de Boaventura de Sousa Santos, a respeito do papel da universidade pública na construção de um projeto de sociedade contra-hegemônico à globalização capitalista, e as ideias de István Mészáros, a respeito da radicalidade de uma educação para além do capital. Na costura dessas duas visões da mudança social, utilizamos a visão de Edgar Morin sobre a natureza complexa dos paradigmas e as condições socioculturais de sua transformação. Indagam-se aqui as possibilidades de produção de um novo conhecimento enraizado nas lutas sociais pela
superação da hegemonia da lógica do capital e de sua determinação sobre a produção material, cultural e educacional de nossa sociedade. A universidade pública é considerada como espaço privilegiado de democratização da produção do saber científico e de contribuição à construção de um projeto de sociedade revolucionário.
superação da hegemonia da lógica do capital e de sua determinação sobre a produção material, cultural e educacional de nossa sociedade. A universidade pública é considerada como espaço privilegiado de democratização da produção do saber científico e de contribuição à construção de um projeto de sociedade revolucionário.
Notas
SÁ, Laís Mourão. Ciência e Sociedade: A Educação em Tempos de Fronteiras Paradigmáticas. Linhas Críticas - PPGE Revista Semestral da Faculdade de Educação da UnB, Brasília, v. 12, n. 23 p. 217- 228, julho-dez, 2006 Brasília, DF.



