A EJA foi fundamental para diminuir o analfabetismo no Brasil. Sem ela, os trabalhadores da área rural jamais teriam a chance de estudar. A verdade é que as pessoas têm muita vontade de aprender; o que falta mesmo é o acesso.
O livro já mostrava na década de 1990 que a modalidade sofria com a falta de verbas carimbadas e com a descontinuidade política. Infelizmente, essa precarização continua até hoje. Em muitos locais do Brasil, a EJA ainda funciona de forma provisória, dependendo de emendas políticas, quando o correto seria um investimento real e um fundo próprio focado exatamente na modalidade.
Diante disso, deixo meu questionamento para o grupo:
Sabendo que a obra já provava que a solução para a EJA dependia de fundos públicos permanentes, por que a modalidade ainda continua funcionando de forma tão secundária e dependente de emendas políticas no Brasil de hoje?
