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01 - Paulo Freire

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(@tielneves)
Membro Admin
Entrou: 3 anos atrás
Posts: 16
Topic starter   [#15]

Atividade individual:

Estudo do material em anexo.
Formular, no mínimo, 1 pergunta de aprofundamento sobre Dialogicidade em Paulo Freire e postar aqui no tópico!

 

Leitura de apoio:

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido (Capítulo 3 - A Dialogicidade como essência da educação como prática da liberdade).

Identificar a página 387 no Manuscrito preservado e publicado, que foi omitida na publicação em outras línguas e brasileira

http://www.multirio.rj.gov.br/media/PDF/pdf_5661.pdf

https://periodicos.uninove.br/dialogia/article/view/20738/9332

https://www.youtube.com/watch?v=_i6rQ4-QaDM - Paulo Freire na FE - 27/05/1988


Este tópico foi modificado 1 mês atrás 3 vezes by Gestor Brasil

   
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(@adm-planaltina)
Membro Admin Registered
Entrou: 3 anos atrás
Posts: 8
 

O estudo do artigo, do vídeo, dos slides e do Capítulo 3 de Pedagogia do Oprimido ampliou minha compreensão de que a dialogicidade, em Paulo Freire, vai muito além da conversa ou da simples troca de ideias. O diálogo pressupõe escuta, humildade, reconhecimento do outro como sujeito de saberes e disposição para compreender criticamente a realidade. No vídeo, chamou-me a atenção a ideia de que, ao retornar do exílio, Freire precisava primeiro escutar e reaprender o Brasil, o que revela uma postura coerente com sua própria concepção de educação. Nos slides, essa compreensão aparece relacionada à escuta sensível, à conscientização e ao reconhecimento dos sujeitos e de suas experiências.

No Capítulo 3, essa concepção ganha ainda mais força quando Freire relaciona a palavra verdadeira à práxis, articulando reflexão e ação, e defende que os sujeitos participem da construção dos temas a serem problematizados, tornando-se “sujeitos de seu pensar”. Assim, compreendo que uma educação dialógica não pode ser construída para o outro, mas com o outro, mediatizada pelo mundo e comprometida com sua transformação.

Pergunta de aprofundamento:
Como construir uma prática verdadeiramente dialógica, na perspectiva de Paulo Freire, em contextos marcados por relações desiguais de poder, nos quais alguns sujeitos historicamente tiveram mais possibilidades de falar e serem ouvidos do que outros?

Atenciosamente,

Rafael Barcelos, Coordenador CMV-FUP.



   
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(@joaovictor)
Entrou: 3 meses atrás
Posts: 4
 

Confesso que Ler Freire sempre é um desafio para mim, já que sempre que leio ou assisto algo do próprio, sempre aprendo algo novo, principalmente no vocabulário. Apos ler e assistir os materiais que foram propostos pelo Tiel, acrescento aqui minha contribuição com a pergunta que faço

Pergunta de aprofundamento:

Na Pedagogia do oprimido, Paulo Freire crítica severamente o modelo tradicional de ensino, denominado por ele de educação bancária, qual é a relação central entre a crítica à educação bancária e a necessidade da dialogcidade?



   
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(@rafaelacrystine)
Entrou: 3 meses atrás
Posts: 4
 

Ao pensar na Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire, penso também na dificuldade que muitos professores encontram dentro das salas de aula para conseguir levar um conhecimento de qualidade para os alunos. Muitas vezes, o professor está sobrecarregado e precisa lidar com estudantes que vivem situações de vulnerabilidade, falta de acesso e diferentes formas de opressão. Nesse cenário, acredito que o diálogo se torna fundamental, porque é preciso ouvir o aluno e entender sua realidade para que a educação realmente faça sentido para ele.

Também vejo que essa não deve ser uma responsabilidade apenas do professor. A assistência social pode contribuir nesse processo, trabalhando junto com a escola e buscando fortalecer os direitos e as condições sociais dos estudantes. Assim, a educação dialógica pode ajudar não só na construção do conhecimento, mas também na formação de sujeitos que compreendam sua realidade e tenham condições de participar da sua transformação.

1. Pergunta: Considerando a importância da educação dialógica em Paulo Freire, como podemos construir uma relação de diálogo com estudantes que vivem em situações de vulnerabilidade e em ambientes marcados pela opressão, levando em conta também a sobrecarga dos professores? Nesse contexto, quais estratégias pedagógicas e ações da assistência social poderiam contribuir para fortalecer a participação, a escuta e o sentimento de pertencimento desses estudantes?

 



   
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(@olavo)
Membro Moderator Registered
Entrou: 2 meses atrás
Posts: 5
 

Ao ler este capítulo  do livro pedagogia do oprimido eu percebi que o diálogo é uma forma de mudar o mundo, através da reflexão, do amor e da humildade, compreender o próximo sem querer ser superior.

Pergunta:  Como o diálogo pode ajudar a mudar a forma de pensar de uma pessoa que age mais pela emoção do que pela reflexão?



   
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(@allani)
Entrou: 3 meses atrás
Posts: 3
 

A leitura sobre a dialogicidade em Paulo Freire foi um pouco difícil para mim, principalmente por alguns conceitos apresentados pelo autor. Porém, com a leitura e o vídeo, compreendi que o diálogo envolve ouvir, trocar experiências e reconhecer que professores e alunos possuem conhecimentos que podem contribuir para a aprendizagem.

A partir disso, fiquei pensando em como essa proposta pode ser aplicada atualmente, principalmente considerando a presença cada vez maior das tecnologias na educação. Ao mesmo tempo que elas podem facilitar o acesso à informação e criar novas formas de participação, também podem dificultar o diálogo e a interação dentro da sala de aula.

Diante disso, surgiu a seguinte dúvida: como as tecnologias podem contribuir para a dialogicidade proposta por Paulo Freire e, ao mesmo tempo, quais desafios elas podem trazer para o diálogo entre professor e aluno?



   
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