Estudo do material:
BERTRAN, Paulo. História da Terra e do Homem no Planalto Central - Eco-história do Distrito Federal – Do Indígena ao Colonizador as seguintes páginas: Cap.I (p.3-6); Cap.IV (p.31-37); Cap.XI (p.105-127); Cap.XVI (p.183-201)
Atividade de Campo:
Discutir em cada um dos Centros de Memória Viva (CMVs) de Paranoá, Planaltina e Ceilândia atuam como dispositivos de salvaguarda de histórias de vida locais, transformando a memória coletiva em acervo ativo para as lutas territoriais da classe trabalhadora, tendo como referência Paulo Bertran, postar aqui no tópico!
A leitura de Paulo Bertran e a atividade de campo ampliaram minha compreensão sobre a história do Planalto Central, especialmente ao evidenciar que esse território possui uma trajetória muito anterior à construção de Brasília, marcada pela presença indígena, pela escravização, pelo trabalho, por resistências e também por apagamentos históricos. A experiência despertou ainda minha curiosidade sobre Planaltina (cidade onde trabalho) e Sobradinho (cidade onde vivi durante toda a minha vida), e reforçou a importância de conhecer as histórias dos territórios que fazem parte de nossas trajetórias.
Nesse percurso, compreendo o CMV-FUP como um espaço estratégico para preservar e socializar memórias da educação, da Educação Popular, da Educação de Jovens, Adultos e Idosos Trabalhadores e dos movimentos sociais, aproximando Universidade, comunidade e território.
Encaminho, em anexo, o registro da atividade de campo realizada no CMV-FUP, com as reflexões construídas coletivamente pelos participantes a partir da leitura de Paulo Bertran.
Rafael Barcelos, coordenador CMV-FUP.
Após um debate acerca do texto, encaminho aqui a atividade de campo do CMV Ceilândia!
